Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Alimentos

Importação global de alimentos bate recorde

Segundo a FAO, a fatura global de importação de alimentos vai bater o recorde de US$ 1,29 trilhão este ano.

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Importação global de alimentos bate recorde

A fatura global de importação de alimentos vai bater o recorde de US$ 1,29 trilhão este ano, um valor US$ 250 bilhões superior ao de 2010. A informação foi detalhada pela Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no Comitê de Agricultura de Organização Mundial do Comércio (OMC).

As importações de produtos agropecuários por parte de países desenvolvidos são estimadas em US$ 813 bilhões este ano, sendo que o maior gasto (US$ 163,5 bilhões) é com a importação de vegetais e frutas.

Nos países em desenvolvimento, a fatura de importação de alimentos deve alcançar US$ 479,1 bilhões, e o gasto maior tem sido com cereais (US$ 111,8 bilhões).

Os preços de grãos e óleos vegetais foram os que mais subiram este ano. A queda do dólar, a moeda do comércio internacional, durante a maior parte do ano ajudou a elevar a fatura.

Em termos de volume, praticamente não houve aumento globalmente. A quantidade de açúcar comercializada no mercado mundial chegou mesmo a diminuir. A maior produção doméstica e a queda no crescimento econômico reduziram o número de transações no comercio mundial de alimentos este ano. Os preços não subiram mais graças aos custos estáveis e baixos dos fretes nos primeiros oito meses do ano.

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