Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Alimentos

Importação global de alimentos bate recorde

Segundo a FAO, a fatura global de importação de alimentos vai bater o recorde de US$ 1,29 trilhão este ano.

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Importação global de alimentos bate recorde

A fatura global de importação de alimentos vai bater o recorde de US$ 1,29 trilhão este ano, um valor US$ 250 bilhões superior ao de 2010. A informação foi detalhada pela Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) no Comitê de Agricultura de Organização Mundial do Comércio (OMC).

As importações de produtos agropecuários por parte de países desenvolvidos são estimadas em US$ 813 bilhões este ano, sendo que o maior gasto (US$ 163,5 bilhões) é com a importação de vegetais e frutas.

Nos países em desenvolvimento, a fatura de importação de alimentos deve alcançar US$ 479,1 bilhões, e o gasto maior tem sido com cereais (US$ 111,8 bilhões).

Os preços de grãos e óleos vegetais foram os que mais subiram este ano. A queda do dólar, a moeda do comércio internacional, durante a maior parte do ano ajudou a elevar a fatura.

Em termos de volume, praticamente não houve aumento globalmente. A quantidade de açúcar comercializada no mercado mundial chegou mesmo a diminuir. A maior produção doméstica e a queda no crescimento econômico reduziram o número de transações no comercio mundial de alimentos este ano. Os preços não subiram mais graças aos custos estáveis e baixos dos fretes nos primeiros oito meses do ano.

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