Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Exportação

Agrodefesa de GO inspeciona suínos para exportação ao mercado chinês

As inspeções já começaram e continuam na próxima semana nas granjas onde os animais vão ser abatidos já a partir do dia 15/01

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Agrodefesa de GO inspeciona suínos para exportação ao mercado chinês

A Agrodefesa acaba de realizar a primeira reunião entre seus técnicos em Rio Verde e fiscais do Ministério da Agricultura. No encontro foram repassadas informações para o início das inspeções de granjas de abate de suínos com destino à exportação para o mercado chinês. As inspeções começam imediatamente e continuam na próxima semana nas granjas onde os animais vão ser abatidos já a partir do dia 15. A previsão do gerente de Sanidade Animal da Agrodefesa, Antônio Amaral, é de que a carne seja exportada a partir do dia 23 deste mês. A ausência de ractopamina na alimentação dos animais foi um dos requisitos para a consquista do mercado asiático. Esta é a primeira vez que a China importa suínos de Goiás.

A medida adotada pelo governo russo incluiu apenas unidades de abate e processamento de suínos e aves, mas a expectativa é que a restrição também seja levantada para a indústria de carne bovina.

“Temos sinalização positiva, mas nenhuma definição ainda”, disse Liège Vergili Nogueira, gerente de projetos da Abiec (Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne).

A indústria de carne bovina foi a que sofreu menor impacto com a restrição imposta pelo órgão sanitário russo, uma vez que conseguiu cobrir a demanda da Rússia com a produção de outros Estados liberados para exportar.

A Rússia é o principal destino para a carne bovina brasileira e a perda de participação após o embargo foi pequena, passando de 24 por cento em 2010, para 22 por cento registrados no período acumulado até novembro.

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