Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Agricultura

Após chuva, seca deve voltar a afetar RS

Depois das chuvas de sexta-feira e sábado, as lavouras gaúchas de grãos deverão voltar a sofrer com a estiagem.

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Após chuva, seca deve voltar a afetar RS

Após receberem elevados volumes de chuvas na sexta-feira e no sábado, as principais regiões produtoras de soja e milho do Rio Grande do Sul deverão voltar a enfrentar um quadro de escassez hídrica pelo menos até o fim do mês, segundo a Somar Meteorologia.

Em dois dias, a região norte do Rio Grande do Sul (terceiro maior produtor de soja e quinto de milho do Brasil) recebeu 101 milímetros de chuvas, em média, ante uma média histórica de 163 mm em janeiro. Autoridades de Rio Grande do Sul e Paraná consideram que a umidade pode ter estancado as perdas.

O Rio Grande do Sul já trabalha com a expectativa de perdas de mais de 15% para a soja por conta da seca, enquanto o Paraná (maior produtor de milho e segundo de soja do país) estima uma quebra de pelo menos 10% nas lavouras da oleaginosa.

A Somar avalia que as precipitações apenas amenizaram o problema no Rio Grande do Sul, lembrando que não há novas chuvas previstas nos modelos para os próximos dias. Algumas áreas dos Estados do Paraná e de Mato Grosso do Sul, no entanto, deverão registrar maiores volumes.

“Tem chuva no final do mês [no Rio Grande do Sul], mas não promete ser nada muito elevado”, comentou Márcia Haegely, meteorologista da Somar. Os produtores do Sul do Brasil, bem como os da Argentina e do Uruguai, sofrem nesta temporada 2011/12 os efeitos do fenômeno climático La Niña, que traz chuvas irregulares e escassas para o Sul do Brasil.

Segundo a meteorologista, Paraná e Mato Grosso do Sul terão chuvas mais frequentes, mas os maiores volumes serão registrados no Centro-Oeste nos próximos dias, o que pode dificultar os trabalhos iniciais de colheita de soja.

Na sexta-feira passada, o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), ligado aos produtores, avaliou que as chuvas da semana passada prejudicaram o início da colheita de soja, e que os trabalhos poderiam estar mais avançados se o tempo estivesse mais seco no principal produtor do grão no Brasil.

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