Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 65,64 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,22 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 158,88 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,81 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,80 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,98 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,90 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 130,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 139,79 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 121,35 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 133,98 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,22 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.569,82 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.482,17 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,79 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 133,72 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,67 / cx
Alimentos

Brasil pode chegar a 2050 produzindo 400 milhões de toneladas de alimentos

Estimativa foi divulgada pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação.

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Brasil pode chegar a 2050 produzindo 400 milhões de toneladas de alimentos

O Brasil tem condições de produzir 400 milhões de toneladas de alimentos até 2050, contribuindo significativamente para o cumprimento da meta de produção mundial de 2,8 milhões de toneladas estimada pela FAO (Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação) para alimentar as cerca de 9 bilhões de pessoas que habitarão o planeta em 2050. A previsão é da presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, ao manifestar-se sobre as previsões da FAO após encontro, na última sexta-feira (10), em Cambridge, nos Estados Unidos, com o professor Daniel P. Sharag, diretor do Harvard University Center for the Environment. O Brasil produz, atualmente, 170 milhões de toneladas de grãos e o aumento da produção, segundo a senadora, será resultado de ganhos de produtividade, sem aumento de área de produção e com a adoção de tecnologias sustentáveis, que contribuirão para a redução das emissões de gases de efeito estufa.

Assim como no resto mundo, a maioria das pessoas que vive nas áreas rurais brasileiras apresenta deficiências alimentares. “Não é apenas a logística ou a baixa tecnologia que faz com que estas pessoas se alimentem mal, mas principalmente a falta de renda”, afirmou a senadora Kátia Abreu. Segundo estudo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), encomendado pela CNA, cerca de 3,6 milhões de pessoas das classes D e E do campo brasileiro respondem por apenas 7,6% do VBP (Valor Bruto da Produção).

Por esse motivo, a CNA está desenvolvendo junto com a Fundação Dom Cabral, universidade mineira que figura entre as 10 melhores escolas de educação executiva do mundo, um programa de assistência técnica que levará conhecimento e capacitação a esses produtores, para que possam obter maior rentabilidade com suas atividades. O programa vai premiar por mérito os técnicos residentes que conseguirem melhorar a renda dos pequenos produtores.

“Queremos que a população rural alcance um novo padrão gerencial para suas atividades, incluindo as classes D e E no processo produtivo”, disse a presidente da CNA. Dos 5,17 milhões de produtores consultados pelo Censo Agropecuário de 2006, do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), cerca de quatro milhões disseram que nunca receberam nenhum tipo de assistência técnica, do setor privado ou do governo, o que representa 77,88% dos produtores brasileiros.

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