Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Brasil ameaça Argentina caso mantenha barreiras à carne

Ministro da Agricultura ameaçou com represálias caso fracassem as atuais negociações entre Brasil e Argentina para superar as barreiras desse país à carne suína.

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Brasil ameaça Argentina caso mantenha barreiras à carne

O Brasil pode dificultar a entrada de produtos a partir da Argentina em caso de o país vizinho manter as restrições à carne suína brasileira, declarou nesta quinta-feira o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro Filho.

Em entrevista concedida a uma rádio, o ministro ameaçou com represálias caso fracassem as atuais negociações entre Brasil e Argentina para superar as barreiras desse país à carne suína.

“Eu disse ao ministro (Norberto Yauhar, de Agricultura argentino) que a negociação está caminhando muito bem, mas que tem de seguir assim e terminar com a liberação de nossa carne. Em caso contrário, vamos começar a dificultar a entrada de produtos argentinos”, afirmou Mendes Ribeiro Filho.

“Isso (as represálias) não faz bem ao Brasil nem à Argentina e também não é o que quer a presidente Dilma Rousseff”, acrescentou.

Conforme o ministro, as negociações entre os dois países prosseguirão nesta mesma, com uma reunião entre o ministro da Agricultura argentino, Norberto Yauhar, e o embaixador do Brasil em Buenos Aires, Enio Cordeiro.

O ministro reivindicou que cerca de 3 mil toneladas de carne suína brasileira estão retidas na fronteira com a Argentina pelos impedimentos que esse país impõe às importações.

“Queremos uma relação muito cordial e respeitosa com o país vizinho e, para isso, queremos o restabelecimento do comércio de nossa carne suína”, ressaltou o ministro.

A carne suína brasileira é um dos setores mais afetados pelas restrições que a Argentina impôs às importações de diferentes produtos, inclusive aos procedentes de seus sócios no Mercosul (Brasil, Paraguai e Uruguai).

As divergências entre os dois países por restrições comerciais surgiram no início do ano passado quando a Argentina impôs licenças não automáticas para a importação de diferentes produtos.

O Brasil respondeu inicialmente com restrições às importações de automóveis e peças de veículos procedentes da Argentina, mas os dois países se comprometeram em flexibilizar as normas após diferentes negociações.

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