Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

Comércio com a China tem o menor avanço em 5 anos

Depois de crescerem 32% e 45% no início de 2010 e 2011, o aumento foi de 10,5% neste ano, quando atingiram US$ 7,9 bilhões.

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Comércio com a China tem o menor avanço em 5 anos

As exportações brasileiras para a China desaceleraram nos três primeiros meses do ano. Depois de crescerem 32% e 45% no início de 2010 e 2011, o aumento foi de 10,5% neste ano, quando atingiram US$ 7,9 bilhões. O crescimento foi garantido pela maciça antecipação das compras chinesas de soja, que aumentaram 127% em valores. Sem a soja, as vendas do Brasil para a China recuariam 6%.

As exportações brasileiras são basicamente concentradas na tríade soja, minério de ferro e petróleo. Em 2011, somaram 80% de tudo o que foi vendido para a China. Agora, no primeiro trimestre, a queda foi puxada por minério de ferro e petróleo, que compunham metade das vendas ao país asiático no ano passado.

O relacionamento comercial entre os dois países no primeiro trimestre foi marcado pelo ritmo da gradual desaceleração da China, a segunda maior economia do mundo, maior parceira comercial do Brasil e principal destino de suas exportações. O crescimento da corrente de comércio no primeiro trimestre foi de apenas 12%, o menor dos últimos cinco anos, quando a evolução média foi de 35%.

Produto mais procurado pelos chineses, as vendas de minério de ferro cresceram 5% em volume, mas a queda do preço fez o valor recuar 12% de janeiro a março em relação a igual período de 2011. No petróleo, o preço ficou estável, mas o volume embarcado recuou 32%.

As importações brasileiras também foram mais modestas e cresceram 13,8%, influenciadas pela queda em automóveis, cujo valor importado foi de apenas US$ 3,3 milhões – recuo de 92% em relação ao mesmo período do ano passado e também muito abaixo dos US$ 200 milhões do último trimestre de 2011.

O resultado do trimestre reafirma as previsões de um saldo comercial bem inferior aos US$ 29,8 bilhões do ano passado. Na média dos economistas consultados pelo Banco Central no Boletim Focus, a estimativa é de um superávit de US$ 19 bilhões neste ano.

Além da China, a diferença de comportamento entre preços de exportação e importação deve afetar o saldo brasileiro. De janeiro a março, os termos de troca recuaram 4,1% em relação ao mesmo período de 2011, refletindo o desempenho mais fraco dos preços de exportação no trimestre, especialmente dos produtos básicos. Enquanto os preços de exportação subiram 1,9%, os de importação aumentaram 6,3%.

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