O país recebeu a 3ª maior alocação dos fundos de ações entre os emergentes – US$ 1,829 bilhão no ano, até 8 de agosto, atrás da China e Coreia do Sul, segundo dados da consultoria EPFR Global.
Brasil volta a atrair gestores globais

Os gestores de ações de mercados emergentes globais estão mais otimistas com o Brasil e com o mercado de renda variável no segundo semestre. O país recebeu a terceira maior alocação dos fundos de ações entre os emergentes – US$ 1,829 bilhão no ano, até 8 de agosto, atrás da China e Coreia do Sul, segundo dados da consultoria EPFR Global.
“Temos visto mais entradas do que saídas em nossos portfólios de ações dedicados a mercados emergentes, refletindo a boa performance dessas classes de ativos, apesar do ânimo geral de prudência que aparentemente prevalece”, afirmou Jim O’Neill, criador do termo Bric e presidente da Goldman Sachs Asset Management. Para ele, a China fará um “pouso suave” este ano, o que beneficia as ações atreladas a commodities.
Nos fundos dedicados da BlackRock, maior firma de gerenciamento de ativos do mundo, a posição do Brasil é 30% maior que há um ano. “Gostamos de empresas que são líderes em seus setores e estão ganhando participação de mercado”, diz Luiz Soares, responsável pelos emergentes. O Brasil figura com posição acima da média nos fundos da AlliansceBernstein, que vê oportunidades principalmente nos papéis de empresas como Vale e Petrobras, que estão com os preços muito baixos.
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