Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Suinocultura

Selo de Certificação: Projeto do INCS é bem recebido pela Cidasc

Presidente do INCS apresenta Selo de certificação da carne suína para a Cidasc e tem parecer positivo da estatal.

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Selo de Certificação: Projeto do INCS é bem recebido pela Cidasc

O Presidente do Instituto Nacional da Carne Suína, Wolmir de Souza, juntamente com representantes da Cugnier Certificadora, participaram de uma reunião com o presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc), Enori Barbieri, e com o gerente de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Sérgio Borges. O objetivo do encontro foi buscar o apoio do órgão governamental para efetivar a certificação da carne suína brasileira.
O gerente de Inspeção de Produtos de Origem Animal, Sérgio Borges, afirma que a Cidasc reconhece o projeto de certificação como uma ideia muito boa. O Selo de Qualidade da Carne Suína pretende certificar as plantas frigoríficas que atenderem aos requisitos técnicos de controle de segurança alimentar. “A Cidasc está avaliando os requisitos do projeto e pensando em como validar o Selo de certificação. As empresas que obtêm o selo são empresas diferenciadas, pois além de atender a mais requisitos do que os solicitados pela Inspeção Estadual, elas demonstram preocupação com a qualidade alimentar e o fazem por iniciativa própria”, afirma Borges.
Para o representante da Cugnier Certificadora, Dante Dauer, o interesse e aval positivo da Cidasc para a certificação da carne suína é muito importante. “O relacionamento com os órgãos públicos é iniciativa positiva  que vai fortalecer e dar ainda mais credibilidade ao projeto”, diz Dauer.
Wolmir de Souza, presidente do INCS, frisa que é muito importante este espaço conquistado junto a Cidasc. “Esperamos que nosso projeto de certificação da carne suína, assim como o regulamento técnico que o acompanha, sejam referência no estado e no Brasil. E uma ação que vai valorizar as pequenas plantas frigoríficas e mostrar que elas são tão qualificadas quanto as grandes marcas para oferecer segurança alimentar e produtos saborosos”, afirma o presidente.

Carne Suína de Qualidade
O projeto de certificação da carne suína é carro chefe do Instituto Nacional da Carne Suína. Esta ação pretende qualificar as plantas frigoríficas de pequenas agroindústrias dentro de normas técnicas rígidas que garantam a segurança alimentar do produto, além de agregar valor a cortes e derivados de carne suína, que irá impactar diretamente para a geração de renda e crescimento destes frigoríficos e dos suinocultores independentes.
O trabalho de certificação já foi realizado em um Frigorífico paranaense. O Primaz Alimentos, localizado em Rio Negrinho, será o primeiro a carregar o selo nas embalagens dos produtos. Em dezembro de 2011 a planta passou por uma auditoria piloto realizada pela Cugnier Certificadora. O resultado foi positivo e a planta atendeu a mais de 70% dos requisitos técnicos para receber o Selo. Agora, o INCS e o Primaz aguardam o parecer do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento sobre a adequação do selo ao rótulo das embalagens dos produtos. 
Com o primeiro frigorífico certificado, o INCS começou a implantar o projeto no Oeste catarinense. Quatro frigoríficos da região já concluíram a primeira etapa do projeto, que é a consultoria e preparação para a auditoria da Cugnier. Em breve estes frigoríficos também poderão receber em seus produtos o selo de certificação de qualidade da carne suína. 

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