Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Economia

Inicia a recuperação da suinocultura com alta de preços

De abril a outubro preços sobem 37% em Santa Catarina.

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Inicia a recuperação da suinocultura com alta de preços

Depois de um longo período de margens neutras ou negativas, a suinocultura catarinense – a mais avançada do país – iniciou uma escalada de recuperação dos preços praticados na remuneração dos criadores de suínos. A Coopercentral Aurora Alimentos, empresa que detém o maior volume de abate em Santa Catarina, elevou nesta quarta-feira o preço por quilograma de suíno em pé para R$ 2,86, incluída a tipificação (adicional  por qualidade da carcaça).

Desde 4 de abril deste ano, quando o preço atingiu seu menor valor, até 10 de outubro, a remuneração básica (sem tipificação) do suinocultor teve uma recuperação de 37%.

“Em abril chegamos ao fundo do poço, ali permanecemos até julho e de lá para cá começamos o lento e gradual processo de recuperação”, resumiu o  presidente da Coopercentral Aurora Mário Lanznaster.

Em abril o preço-base estava em R$ 1,90 e em julho começou a recuperação. Em setembro chegou a R$ 2,40, em 1o de outubro subiu para R$ 2,50 e em 10 de outubro passou a R$ 2,60. O preço-base é acrescido do adicional da tipificação, índice que pode chegar até 10%, o que eleva o valor pago ao criador para R$ 2,86/kg a partir desta semana.

A previsão para o último trimestre é de equilíbrio entre oferta de matéria-prima e processamento industrial. Ainda assim, a recuperação de ganhos dos criadores deve prosseguir até janeiro e avançar mais 10% nesse período. De fevereiro a abril de 2013 entrará em sazonal fase de baixo dinamismo comercial e nível de consumo.

O presidente da Coopercentral Aurora enfatiza que o ano foi difícil para a suinocultura. No plano interno houve excessiva oferta de carnes em geral e o preço da carne bovina (reguladora do mercado) esteve em baixa, pressionando negativamente   todos os produtos cárneos. Além disso, a disparada nos preços dos principais insumos (soja e milho) encareceu fortemente a produção de suínos no Brasil e afetou a competitividade do setor neste ano, prejudicando as indústrias e mais de 17.000 suinocultores.

No plano externo, as exportações foram fracas, a Argentina suspendeu a compra da carne suína, a Rússia não correspondeu às expectativas e os negócios com os Estados Unidos ficaram só na intenção.  A abertura do Japão para a carne suína brasileira deve ocorrer este ano, mas, efetivamente, vendas somente para 2013.

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