Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Exportação

Exportações de carne suína aumentam mesmo com embargos

Vendas atingem US$ 1,082 bilhão, segundo resultado mais alto no acumulado de janeiro a setembro.

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Exportações de carne suína aumentam mesmo com embargos

O valor e o volume de exportações de carne suína tiveram elevações no acumulado até setembro de 2012 de 1,7% e 8,9%, respectivamente, se comparados ao mesmo período do ano passado. Apesar dos embargos impostos por Argentina e Rússia, houve incremento dos embarques para sete dos 10 maiores compradores do produto.

As receitas alcançaram US$ 1,082 bilhão de janeiro a setembro deste ano, só perdendo na série histórica – iniciada em 1997 – para o mesmo período de 2008, quando atingiu US$ 1,18 bilhão.

Entre os principais destinos, a Ucrânia adquiriu US$ 285,5 milhões, acréscimo de 93% sobre 2011. Altas também nas compras de Cingapura, de 5,2%, atingindo US$ 60,1 milhões; Angola, 5,2% (US$ 54,1 milhões); Uruguai, 27,2% (US$ 42,5 milhões); Geórgia, 115% (US$ 17,02 milhões; Emirados Árabes, 12% (US$ 13,2 milhões); e Armênia, 7,2% (US$ 10,4 milhões). Apesar das restrições da Rússia, o País foi o principal comprador do produto, totalizando US$ 281,8 milhões (queda de 23,2%). Reduções também de Hong Kong, de 1% (US$ 224,3 milhões), e da Argentina, de 40% (US$ 51,7 milhões).

O impacto foi positivo para os estados de Santa Catarina, maior exportador brasileiro do produto com um total de US$ 409,9 milhões no período em relação ao ano passado (alta de 16%), e do Goiás, que vendeu US$ 147 milhões (alta de 49%).

“Apesar dos bons resultados, boa parte das unidades da federação, como o Rio Grande do Sul, ainda não conseguiu compensar as barreiras impostas por alguns países. No entanto, Governo Federal e representantes do setor têm se mobilizado para resolver essas pendências”, afirmou o ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho.

Além das negociações com o governo argentino, que resultaram na retomada das exportações brasileiras para aquele mercado no segundo semestre de 2012, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e associações de produtores de suínos aguardam a avaliação de autoridades sanitárias russas sobre frigoríficos visitados no Brasil entre julho e agosto deste ano. Desde o início do embargo, já foram realizadas mais de 160 supervisões em estabelecimentos exportadores de produtos de origem animal para a Rússia e enviados relatórios de auditoria e planos de ação, além de mais de 10 encontros com autoridades daquele País para tentar resolver o impasse.

De agosto de 2011 a agosto de 2012, 26 estabelecimentos brasileiros voltaram a exportar carnes bovina, suína e de frango para a Rússia após o Mapa prestar informações quanto a inconformidades encontradas.

Expansão

Outros países estão na mira da produção nacional. Em 2013, espera-se que o Japão inicie as importações de carne suína brasileira do Estado de Santa Catarina, reconhecido como livre de febre aftosa sem vacinação após cinco anos de negociações com o Ministério da Agricultura. Os japoneses são os maiores compradores mundiais do produto, importando US$ 5,2 bilhões em 2011. A expectativa do Mapa é conquistar pelo menos 10% desse mercado.

Segundo Mendes Ribeiro, outras negociações envolvem a Coreia do Sul, União Europeia e África do Sul. “Trabalhamos para mostrar a esses países que temos condições de atender os requisitos sanitários, especialmente em relação à febre aftosa, para  iniciar os embarques”, explicou.

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