Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

Ferrovia do Frango terá efeitos econômicos e ambientais em SC

O projeto será elaborado pela Valec Engenharia, Construções e Ferrovias.

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Ferrovia do Frango terá efeitos econômicos e ambientais em SC

A decisão do Governo Federal de construir a Ferrovia da Integração – também chamada de Ferrovia do Frango – ligando o oeste ao litoral catarinense terá efeitos sociais, ambientais e econômicos na avaliação do presidente da Federação da Agricultura do Estado de Santa Catarina (Faesc), José Zeferino Pedrozo.

O projeto será elaborado pela Valec Engenharia, Construções e Ferrovias e executado pelo 10o Batalhão de Engenharia de Construções (BEC) do Exército Brasileiro, sediado em Lages. O traçado da ferrovia será definido pelos estudos técnicos que consubstanciarão o projeto e ligará Chapecó ao porto de Itajaí.

Pedrozo realça que a estrada de ferro reforçará a integração territorial, repetindo o papel que a rodovia BR-282 exerceu a partir da década de 1970. Com o transporte de produtos e mercadorias aos portos catarinenses, a ferrovia proporcionará a redução do número de caminhões pesados no sistema rodoviário, diminuindo a poluição, os acidentes e o custo da movimentação de cargas.

Por outro lado, aumentará a competitividade dos produtos catarinenses exportáveis, que incluem carnes em geral, grãos, manufaturados etc. Por isso, Pedrozo julga mais apropriada a expressão “rodovia da integração” em lugar de “ferrovia do frango”.

O presidente da Faesc lembra que a obra é cara, complexa e demorada, mas,  realça que o importante é iniciá-la o mais rapidamente possível. Destaca a articulação do governador Raimundo Colombo com a presidente Dilma Rousseff, o Ministério dos Transportes, a Valec e a Empresa Brasileira de Logística (EBL) para a aprovação técnica e política do empreendimento.

Pedrozo considera importante para a competitividade internacional da economia catarinense a construção de um sistema ferroviário, interligando as regiões produtoras com os portos. Observa que tão ou mais importante que a linha férrea intraterritorial catarinense é a ferrovia norte-sul, ligando Chapecó ao Mato Grosso do Sul para o transporte de grãos que abastece o parque agroindustrial catarinense. “São mais de 2,5 milhões de toneladas de milho e soja que exigem 80 mil viagens de carretas”, exemplifica.

Pedrozo lembra que nas décadas de 1950/1960 a estrada da ferro Paraná-Santa Catarina fazia o transporte de calcáreo, adubos, trigo,soja, areia e mercadoria entre os dois Estados, dinamizando a economia regional. “Precisamos recuperar esse papel das ferrovias na economia barriga-verde”, encerra.

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