Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,28 / kg
Soja - Indicador PRR$ 119,94 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 126,17 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,08 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,85 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,60 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,67 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 158,55 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 166,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 174,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 183,29 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 149,18 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 167,73 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,26 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.173,45 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.086,74 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 175,87 / cx
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Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 168,54 / cx
Economia

FAO: inflação dos alimentos da região alcançou 1,3% em março

A inflação de março duplicou em relação a fevereiro devido a aumentos nas taxas do México, Venezuela, Chile, Peru e República Dominicana, informa a FAO.

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A inflação mensal de alimentos (*)[1] da região alcançou 1,3% em março, um nível duas vezes maior que a de fevereiro, disse hoje a FAO.

O Informe Mensal de Preços da FAO explica que este aumento se deve a incrementos da inflação mensal dos alimentos superiores a 2% no México e na Venezuela, assim como o retorno das taxas positivas no Chile, Colômbia, Equador, Peru e República Dominicana.

A inflação geral regional alcançou 0,7% em março, um nível muito similar ao registrado nos últimos seis meses.

Dentro dos produtos de maior incidência positiva na inflação geral dos países da região, durante março, destacaram-se o tomate e a batata.

América do Sul

O aumento mais significativo na inflação mensal dos alimentos em março se observou na Venezuela, com uma subida de mais de 3%, em março, destacando ainda que esta cifra é semelhante ao nível alcançado pela inflação mensal geral durante o mesmo mês.

Em outros países também foram relatadas altas importantes na inflação alimentar, ainda que em menor magnitude: no Brasil e no Uruguai, a inflação mensal dos alimentos ultrapassou 1%, superando a inflação geral mensal.

Um fenômeno particular observado durante o mês de março foram as variações positivas moderadas nos índices de preços dos alimentos no Chile, Colômbia, Equador e Peru, países que em fevereiro haviam relatado variações negativas neste índice.

América Central, México e Caribe

A maior inflação mensal dos alimentos desta sub-região se registrou no México, com um aumento de 2% em março. Trata-se de um forte incremento se comparado com a nula variação de fevereiro, e com a inflação mensal geral, que foi de apenas 0,7%.

Guatemala, El Salvador e Haiti registraram taxas de inflação mensal de alimentos de aproximadamente 1%. No entanto, com exceção do ocorrido na Guatemala, este comportamento foi muito semelhante ao observado durante fevereiro.  

Em Honduras, Panamá e República Dominicana, a inflação mensal de alimentos e a inflação geral variaram cerca de 0,5%. No caso da República Dominicana, isso contrasta com a forte queda de -1,2% observada na inflação mensal dos alimentos em fevereiro.

Costa Rica e Nicarágua são os únicos casos em que a variação do índice de preços dos alimentos foi negativa durante março.

Principais alimentos que incidiram na inflação mensal dos países da ALC

Durante o mês de março, o tomate foi novamente o produto de maior relevância para explicar as variações nos índices de preços ao consumidor de vários países da América Latina e Caribe. Ao contrário dos preços de produtos como a banana, que tiveram quedas em alguns países da região.

Preços internacionais dos alimentos

O índice de preços dos alimentos da FAO aumentou cerca de 1% em março, principalmente impulsado pelos produtos lácteos, que tiveram um crescimento de 11%, em média, em março. No mesmo mês, os índices de preços internacionais das carnes e dos óleos e gorduras caíram 2%.

Do ponto de vista anual, o índice da FAO acumula uma redução de quase 2% nos últimos 12 meses, em grande parte explicada pelas reduções de 23% e 18% dos preços do açúcar e dos óleos e gorduras, respectivamente, apesar da variação de 7% com grãos.

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