Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 71,06 / kg
Soja - Indicador PR R$ 151,68 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,14 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,16 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,43 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,52 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,78 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 140,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 152,40 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 148,07 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,52 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,54 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.456,52 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.359,38 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,14 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 161,54 / cx
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Economia

Barreiras comerciais são grande desafio a embarque de alimentos

Mesmo com as barreiras, as vendas de carne brasileira de bovino à Ásia aumentaram 122%.

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Barreiras comerciais são grande desafio a embarque de alimentos

O grande desafio para as vendas aos asiáticos ainda é vencer barreiras não tarifárias a produtos como alimentos, notam empresários do setor. O setor de carnes viu fechar-se o mercado recém-aberto na China, com um caso isolado, no ano passado, de contaminação de uma rês com a doença da vaca louca, por exemplo. Mesmo com as barreiras, porém, as vendas de carne brasileira de bovino à Ásia aumentaram 122%, principalmente para Hong Kong, e as de frango, 2%, segundo levantou a Fundação Estudos de Comércio Exterior (Funcex).

“Em dois dos maiores exportadores da região, estamos fora dos mercados por protecionismo”, lamenta o diretor-executivo da Associação Brasileira da Indústria Exportadora de Carnes, Fernando Sampaio, que acusa coreanos e japoneses de manter barreiras não previstas nas normas internacionais por causa de casos de febre aftosa no Brasil.

Exportadores de carne entusiasmam-se com o mercado asiático, baseados nas previsões de que a Ásia será o maior consumidor de proteínas nos próximos 50 anos, com 56% do consumo total de 60 milhões de toneladas no mundo, a partir de 2020.

Sampaio acredita que, “em algum momento”, o Brasil terá de recorrer à Organização Mundial do Comércio (OMC) contra as barreiras comerciais impostas pelo Japão, por Taiwan e pela Coreia do Sul. Por enquanto, porém, a demanda em locais como Hong Kong tem favorecido as exportações a ponto de fazer com que a Ásia superasse a Rússia como principal comprador no ano passado. O setor também aumentou, neste ano, em 25% as vendas aos asiáticos de couro e pele preparadas, que já são o décimo item na pauta de exportação ao Oriente.

Até setores sem estratégias especiais para a Ásia registram bom desempenho, como o de café, que aumentou em 15% as vendas à região neste ano. “Temos laços comerciais tradicionais com Japão e Coreia, os mercados de destaque”, diz o diretor do Conselho Exportador de Café do Brasil, Guilherme Braga, que nota aumento ainda tímido em compras em países como a Malásia.

O que anima o governo, porém, é o forte aumento nas vendas ainda modestas de bens industriais como laminados de aço (86%, para US$ 105 milhões), compressores de refrigeração (66%, para US$ 35 milhões) e máquinas para uso geral (58%, para 23 milhões), que apontam nichos de mercado, mesmo para as cada vez menos competitivas exportações brasileiras

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