Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,77 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,67 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,47 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,42 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,64 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,26 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 139,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,05 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,09 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.572,66 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,93 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 153,79 / cx
Exportação

Exportação de carne suína reage e provoca otimismo no setor

Cenário fez crescer o otimismo entre criadores e indústrias. Aposta é em segundo semestre melhor do que foi o primeiro.

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Exportação de carne suína reage e provoca otimismo no setor

De janeiro à agosto deste ano, as exportações de carne suína tiveram uma queda de 6% em relação ao mesmo período do ano passado, segundo levantamento do Ministério da Agricultura. Neste período, o Brasil exportou 343 mil toneladas para os princiáis compradores: Rússia, Ucrânia e Hong Kong.

O principal motivo da queda das exportações seria a suspensão temporária da Ucrânia, principal mercado do Brasil em 2012. O país fechou a compra do produto brasileiro no final de março deste ano e retomou no final de junho, o que representou uma redução de 36 mil toneladas embarcadas.

Para os próximos meses, a expectativa é boa porque o volume das exportações vem sendo restabelecido e o mercado interno é tradicionalmente mais aquecido no final do ano. Os produtores já estão sentindo a melhora nos preços do suíno vivo.

O criador Edson Gross tem um rebanho de 6 mil suínos em Santa Rosa, no Rio Grande do Sul. Ele é o único produtor independente do município e conta que só resistiu a crise dos últimos quatro anos porque além de criar suínos, têm lavouras de soja, milho e trigo.

Por ser independente, Edson assume todos os riscos da atividade, mas quando o mercado melhora, ele também é um dos primeiros a se beneficiar. Atualmente, recebe R$ 3,34 pelo quilo do animal vivo, um aumento de 10% nos últimos 30 dias.

“A exportação em relação ao ano passado diminuiu, mas no mês de agosto teve um incremento, que ajudou a sustentar os preços de setembro”, diz.

O valor pago pela carne suína que o Brasil exporta também melhorou. Em agosto, chegou a US$ 3,675 mil por tonelada, 4% mais que no mesmo período do ano passado.

Apesar das expectativas serem boas, como todos os produtores e também a indústria, Edson espera pela reabertura do mercado russo, fechado para o Rio Grande do Sul desde junho de 2011.

“A grande expectativa ainda está no mercado russo. Faz dois anos que estamos no aguardo e ainda não aconteceu. Se reabrir o mercado russo, nós vamos ter uma condição um pouco melhor”, conta Edson.

Os russos estiveram no estado em julho deste ano e segundo o Sindicato da Indústria de Produtos Suínos devem retornar para novas visitas em outubro. O clima é de otimismo, já que o estado possui frigoríficos que atendem as exigências técnicas.

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