Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,18 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,14 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 154,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,33 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,49 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,67 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.560,92 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.455,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Exportação

Rússia suspende compra de carne de empresas no Brasil

Anunciado semana passada, veto entra em vigor nesta quarta e vale para um total de dez frigoríficos de propriedade da JBS, Minerva, Marfrig e Pamplona.

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Rússia suspende compra de carne de empresas no Brasil

O Serviço de Inspeção Agrícola e Criação de Gado (SIAG) da Rússia confirmou nesta quarta-feira que dez frigoríficos no Brasil estão proibidos a partir de hoje de fornecer seus produtos para o mercado da União Aduaneira (UA), formada por Rússia, Belarus e Cazaquistão. Anunciado há uma semana, o veto atinge o fornecimento de carne bovina e suína de seis frigoríficos da JBS, dois da Minerva, um da Marfrig e um da Pamplona.

O Brasil é o maior exportador de carne bovina para a Rússia e o segundo maior de carne de porco e aves. O mercado russo importou 616,1 mil toneladas de carne vermelha de fora da Comunidade de Estados Independentes nos primeiros sete meses deste ano, no valor de 2,4 bilhões de dólares – deste total, 807 milhões de dólares corresponderam a compras de fornecedores no Brasil.

A decisão de limitar as importações foi tomada depois de uma inspeção realizada por veterinários russos em 18 empresas brasileiras entre junho e julho. Foram constatados “descumprimentos generalizados e alguns particulares” das normas sanitárias da UA na maioria delas, segundo comunicado do SIAG.

A JBS, maior produtora de carne do mundo, declarou que a medida não afeta as vendas pois as remessas para a Rússia passarão a ser feitas a partir de frigoríficos da empresa que não tiveram o fornecimento proibido pelo órgão sanitário russo.

Recentemente, a Rússia baniu as importações de carne da maior parte dos fornecedores dos EUA, Canadá e México por temores relacionados a um aditivo de crescimento dos animais, o que fez crescer a expectativa de que as compras no Brasil devam aumentar ainda mais.

Proibição – As inspeções sanitárias revelaram a presença de ractopamina (uma substância para estimular o crescimento muscular dos animais proibida na Rússia) na carne de porco à venda no Brasil, o que, segundo as autoridades russas, não exclui a possibilidade de que esta possa ser exportada à União Aduaneira. O chefe do SIAG, Sergei Dankvert, advertiu que, dependendo de outras inspeções, a Rússia pode estender a proibição para toda a carne de porco produzida no Brasil.

“Se durante futuras inspeções constatarmos que os serviços veterinários do Brasil são uma mera formalidade para a inclusão de novas empresas na lista de exportadores para a Rússia, restringiremos a carne de porco procedente de todo o país”, disse Dankvert.

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