Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 66,77 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,67 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,43 / kg
Suíno - Estadual MG ↓ R$ 6,47 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,42 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,60 / kg
Suíno - Estadual RS ↓ R$ 5,64 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 138,26 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 139,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 153,88 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 155,16 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 129,19 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 144,05 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,09 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.572,66 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,93 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 158,58 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 133,76 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,65 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 153,79 / cx
Exportação

Suinocultura brasileira ainda busca entendimento com mercado argentino

Para presidente da Abipecs, negociação deve ser feita em “patamares superiores”, ou seja, envolvendo a presidência dos dois países.

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Suinocultura brasileira ainda busca entendimento com mercado argentino

A Argentina já foi um dos cinco primeiros clientes do mercado suinícola do Brasil. No acumulado de 2013, porém, já não figura nesse ranking, composto por Rússia, Hong Kong, Ucrânia, Angola e Cingapura. Neste ano, as vendas para o vizinho mercado argentino diminuíram 83,22% em setembro, em volume (apenas 629 t), e 84,20% em receita (US$ 1,88 mil). De janeiro a setembro, os embarques para a Argentina foram reduzidos em 37,15% em volume (10.402 t) e 36,45% em valor (US$ 33 milhões).

Desde 2011, os embarques de carne suína para a Argentina vêm sofrendo retrações devido a ajustes em seu mercado. De 4 mil toneladas/mês, observou-se o volume de 629 toneladas no mês de setembro deste ano. “Perdemos espaço, mas a Argentina precisava equilibrar sua balança comercial”, acredita Rui Eduardo Saldanha Vargas, presidente da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs). “No entanto seguimos dialogando e trabalhando com novas possibilidades para retormar este mercado”, acrescenta o presidente da Abipecs, afirmando que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o Ministério das Relações Exteriores, entre outras superintendências brasileiras apoiam a Abipecs nesta meta.

Segundo Vargas, associações de classe da Argentina desejam retormar o comércio de carne suína com o País. No entanto, os entraves internos persistem. “Apesar de nossos esforços, hoje a relação comercial com a Argentina deveria ser discutida em patamares superiores, ou seja, envolvendo a presidência dos dois países. Infelizmente as articulações fogem um pouco de nossas mãos, mas seguimos na luta”, finaliza o presidente da Abipecs.

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