Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Alimentos

Alta em outubro ‘quebra’ série de baixas globais de alimentos

O índice de preços globais de alimentos da FAO registrou leve alta em outubro e interrompeu uma sequência de cinco baixas mensais consecutivas.

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O índice de preços globais de alimentos da FAO, braço das Nações Unidas para agricultura e alimentação, registrou leve alta em outubro e interrompeu uma sequência de cinco baixas mensais consecutivas. Houve valorizações em todos os grupos de produtos monitorados pela agência.

Conforme levantamento divulgado ontem (07/11), o indicador fechou o mês passado em 205,8 pontos, 2,7 pontos acima de setembro. O açúcar puxou a alta, graças, em parte, às chuvas que prejudicaram a colheita de cana no Centro-Sul do Brasil e ao incêndio que destruiu o terminal de exportação da Copersucar no porto de Santos (SP).

O índice específico da FAO para o produto aumentou de 246,5 pontos, em setembro, para 264,8 pontos em outubro – maior patamar desde dezembro do ano passado. Mas, como as estimativas ainda apontam para mais um superávit global de açúcar nesta safra 2013/14, a expectativa é que as cotações percam fôlego.

Também expressiva foi a valorização dos óleos vegetais, que refletem movimentos da soja. O índice da agência da ONU para o grupo passou de 184,3 pontos, em setembro, para 188 no mês passado, sob a influência da seca que afetou a colheita do grão em regiões do Meio-Oeste dos EUA e do aperto da oferta de óleo de palma no Sudeste asiático.

O índice de preços do grupo formado pelos cereais, por sua vez, subiu de 195 pontos, em setembro, para 197,1 pontos em outubro, ancorado pela alta do trigo. A valorização do cereal refletiu, entre outros fatores, o encolhimento da oferta na Argentina e problemas climáticos em áreas de produção dos Estados Unidos. Antes da alta, o indicador apresentou quatro quedas mensais consecutivas.

No grupo formado pelas carnes, houve um “embate” entre os ganhos registrados nos mercados de carnes bovina e ovina e as quedas observadas nos segmentos de carnes de frango e suína. Resultado: o índice do grupo passou de 184 pontos para 184,2 pontos, maior nível desde abril.

E nos lácteos, finalmente, os preços mantiveram-se em patamares elevados. O índice do grupo subiu de 251 pontos, em setembro, para 252,1 pontos em outubro. Ficou abaixo do recorde histórico de abril (256,6 pontos), é verdade, mas no mesmo “degrau” de maio (252,5) e, portanto, ainda no topo.

No que depender da oferta, a tendência das cotações em geral é de acomodação. Em outro levantamento divulgado ontem, a FAO estimou que a produção mundial de carnes tende a crescer 1,4% em 2013 em relação a 2012, enquanto nos lácteos o incremento deverá ser de 1,9%.

Apesar do déficit global, a produção de açúcar também deverá aumentar neste ciclo 2013/14, enquanto para as oleaginosas a estimativa é de novo recorde. Nos cereais, a oferta também é crescente, em parte por causa da recomposição da oferta de milho nos Estados Unidos, com nível de estoques bem mais elevados.
Assim, a agência das Nações Unidas projeta que a conta global das importações de alimentos somará US$ 1,15 bilhão neste ano, 3% menos que em 2012.

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