Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Economia

CNA aponta desafios da agropecuária para 2014

Solução para os conflitos agrários, licenças ambientais para construção de armazéns e logística para escoamento de produção serão as prioridades do setor.

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CNA aponta desafios da agropecuária para 2014

Solucionar os conflitos envolvendo terras indígenas, desburocratizar o processo de concessão de licenças ambientais para construção de armazéns e acompanhar as iniciativas do governo federal em relação à infraestrutura e logística. Estes são temas prioritários para a agropecuária em 2014, quando a expectativa é de que o setor continue crescendo como nos últimos anos, mas num ritmo inferior a 2013.

“Não é possível resolver todos os problemas do dia para a noite”, afirmou a presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), senadora Kátia Abreu, que apresentou nesta quarta-feira uma radiografia da agropecuária brasileira em 2013 e traçou as perspectivas para 2014. Para ela, os problemas de logística que se arrastam por muitos anos começaram a ser solucionados com a aprovação da nova Lei dos Portos, que abriu espaço ao investimento privado.

Sancionada em junho último, a Lei 12.815 trata da exploração direta e indireta, pela União, de portos e instalações portuárias e das atividades desempenhadas pelos operadores. Ela confere maior agilidade à administração pública, além de baratear os custos de frete ao permitir a movimentação de cargas próprias e de terceiros nos terminais privados.

A senadora lembrou que há pelo menos 50 investidores interessados em participar dos processos licitatórios. Estes investimentos não foram feitos no tempo certo, quando o Brasil começou a colher volumes recordes de produção e a ampliar as exportações. “Não se resolvem os problemas de décadas em um ano”, afirmou. O tempo de maturação dos investimentos em logística, no entanto, é longo. “São vários interessados, mas construir um porto não é como construir um muro”, afirmou a senadora Kátia Abreu.

Sobre a armazenagem, a presidente da CNA afirmou que há dificuldades para construção de novas unidades devido à demora dos estados em conceder licenças ambientais. A concessão da licença ambiental pode demorar até um ano para ser emitida. O problema e suas soluções serão discutidos em fevereiro, em seminário realizado pela CNA com apoio do Ministério do Meio Ambiente (MMA). O propósito é buscar alternativas para uniformizar a lei de licenciamento, considerando a posição dos estados.

A questão indígena continuará no foco da CNA, que defende a manutenção da Portaria 303, da Advocacia Geral da União (AGU), estendendo as 19 condicionantes definidas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no caso Raposa Serra do Sol à toda administração federal. Também avalia que o Congresso Nacional é o fórum adequado para discutir as questões envolvendo a ampliação de terras indígenas, tema que será discutido por parlamentares que integram comissão que vai avaliar a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 215. Instalada ontem, a comissão vai analisar a proposta de transferência, para o Congresso Nacional, da decisão final sobre demarcações de terras indígenas, hoje a cargo da Fundação Nacional do Índio (Funai).

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