Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,62 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,26 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,52 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,94 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,32 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,62 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,81 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,70 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 145,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.532,17 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,84 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,83 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Exportação

Exportação do agronegócio é recorde em 2013 e eleva superávit do Brasil

O agronegócio contribui para amenizar o saldo comercial dos outros setores da economia.

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Exportação do agronegócio é recorde em 2013 e eleva superávit do Brasil

A receita com as exportações do agronegócio brasileiro foi de US$ 101,5 bilhões em 2013, valor 4% superior ao do ano anterior e novo recorde – em termos nominais –, segundo levantamento do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Essa expansão se deu via volume (IVE-Agro/Cepea), que alcançou nova máxima histórica, com alta de 14,2%, já que os preços médios de exportação em dólar (IPE-Agro/Cepea) recuaram 7,5% no período.

Como a Balança Comercial brasileira apresentou superávit de apenas US$ 2,5 bilhões no ano, o agronegócio contribui para amenizar o saldo comercial dos outros setores da economia, uma vez que gerou superávit da ordem de US$ 83 bilhões.

Apesar de terem recuado em um ano, os preços médios de exportação em dólar (IPE-Agro/Cepea) mantiveram-se em patamares elevados, com a demanda seguindo tão firme a ponto de elevar o volume (IVE-Agro/Cepea) ao recorde. Nesse período, houve desvalorização do Real (Índice de Câmbio Efetivo do Agronegócio – IC-Agro/Cepea), de 1,2% em relação a 2012, mas essa queda não foi suficiente para compensar toda redução nos preços médios em dólares (IPE-Agro/Cepea). Assim, a atratividade das exportações (IAT-Agro/Cepea) – medida pelos preços externos convertidos em Reais – apresentou variação negativa no ano, de 7%.

Segundo pesquisadores do Cepea, nos últimos 14 anos (de 2000 a 2013), o agronegócio brasileiro tem contribuído fortemente para a geração de divisas para o País. No período, o volume exportado cresceu quase 230% e os preços externos, 101%. O saldo comercial (receitas das exportações menos gastos com importações) mais que quintuplicou, com crescimento de 468%.

No acumulado desses últimos 14 anos, foram gerados, líquidos, mais de US$ 500 bilhões, sendo quase US$ 83 bilhões só em 2013. Pesquisadores do Cepea indicam que esse resultado mostra a importância do agronegócio para a economia brasileira, já que, além de criar emprego e renda, o setor tem contribuído fortemente para a estabilidade macroeconômica do País por meio de seu faturamento, ajudando a amenizar o déficit comercial oriundo de outros setores produtivos.

Principais produtos exportados e destinos

A China se consolidou como a principal parceira comercial do agronegócio brasileiro em 2013, absorvendo 22,9% do total exportado pelo setor, em termos de faturamento. A Zona do Euro se configurou como segundo maior destino, com participação de 20,7% na receita gerada, percentual ligeiramente inferior ao do ano anterior, que foi de 21,6%. Os Estados Unidos se mantiveram em terceiro lugar, com 7,1% do total exportado pelo Brasil. Além destes, os outros importantes demandantes foram: Japão, Rússia, Arábia Saudita, Coreia do Sul, Venezuela, Hong Kong e Irã.

Para 2014, segundo pesquisadores do Cepea, a produção agropecuária brasileira deve continuar crescendo, assim como a demanda da China e Índia, embora a taxas menores. A expectativa é que o Real continue se desvalorizando, devido à recuperação da economia norte-americana. Sendo assim, o cenário positivo para as exportações agrícolas brasileiras deve se manter neste ano.

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