Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,81 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 155,11 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,84 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,12 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,89 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 4,88 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 132,22 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 142,85 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.539,43 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.432,54 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 127,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 154,50 / cx
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Exportação

Exportações mineiras de carnes bovina e suína aumentam no primeiro trimestre

Primeiro trimestre deste ano foi favorável também às exportações de carne suína.

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Exportações mineiras de carnes bovina e suína aumentam no primeiro trimestre

As exportações mineiras de carne bovina, no acumulado de janeiro a março de 2014, tiveram um aumento de valor de 4,1% em relação a idêntico período do ano passado, atingindo US$ 101,2 milhões. O volume dos embarques cresceu 6,4%, alcançando 23,4 mil toneladas, conforme dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), analisados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

De acordo com a Superintendência de Política e Economia Agrícola (Spea) da Secretaria, o primeiro trimestre deste ano foi favorável também às exportações de carne suína. Neste caso, os negócios somaram US$ 39,1 milhões, cifra 29,1% superior à registrada no acumulado de janeiro a março de 2013. Foram embarcadas 12,4 mil toneladas do produto, volume 17,7% superior ao do primeiro trimestre de 2013.

Já as vendas do Brasil, nesse segmento, somaram US$ 290 milhões, cifra 8,6% inferior à de igual período do ano passado. E os embarques, de 109,8 mil toneladas, tiveram um recuo da ordem de 8%.

Existe, no entanto, a possibilidade de uma reversão desse quadro, pois a Rússia, um dos maiores importadores de carne suína do mundo, está em disputa comercial com a União Europeia, que poderá dificultar a venda do produto para aquele mercado. Nesse caso, segundo a avaliação da Spea, o Brasil pode ser favorecido com a expansão das vendas de carne suína para a Rússia, e um sinal dessa tendência é que, em março, já foi habilitada pelos russos mais uma unidade exportadora localizada no Rio Grande do Sul.

Minas Gerais também poderá ser beneficiada, pois a Rússia é o principal destino da carne suína do Estado, sendo que 85% do volume exportado no primeiro trimestre destinou-se àquele mercado.

Produção de qualidade

Segundo o secretário da Agricultura, André Merlo, um fator de fundamental importância para a boa aceitação da carne de Minas no exterior é o dinamismo do setor, além do cumprimento dos pré-requisitos de qualidade para atender ao mercado externo.

“Antes, o mercado interno se beneficia desse esforço. No caso da sanidade, o trabalho tem a participação do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculado à Secretaria, serviço essencial para a comercialização de animais em condições de atender ao mercado”, diz Merlo. O secretário assinala que, “nesse contexto, uma iniciativa importante é o Programa de Regionalização de Frigoríficos de Minas Gerais (Profrig), anunciado pelo Governo de Minas em 27 de março, para a criação de pequenos frigoríficos certificados nos municípios e comunidades do Estado para atender ao mercado interno”.

Idealizado para atender à criação de cerca de 21 novos abatedouros destinados inicialmente ao abate inspecionado de bovinos, suínos, caprinos e ovinos, o programa será desenvolvido por meio da parceria do Governo do Estado, municípios e empreendedores do setor, sendo que a Associação dos Frigorificos de Minas Gerais e Espírito Santo (Afrig) participa da mobilização desses empresários. A coordenação é da Secretaria da Agricultura.

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