Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Exportação

Exportações mineiras de carnes bovina e suína aumentam no primeiro trimestre

Primeiro trimestre deste ano foi favorável também às exportações de carne suína.

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Exportações mineiras de carnes bovina e suína aumentam no primeiro trimestre

As exportações mineiras de carne bovina, no acumulado de janeiro a março de 2014, tiveram um aumento de valor de 4,1% em relação a idêntico período do ano passado, atingindo US$ 101,2 milhões. O volume dos embarques cresceu 6,4%, alcançando 23,4 mil toneladas, conforme dados do Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), analisados pela Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa).

De acordo com a Superintendência de Política e Economia Agrícola (Spea) da Secretaria, o primeiro trimestre deste ano foi favorável também às exportações de carne suína. Neste caso, os negócios somaram US$ 39,1 milhões, cifra 29,1% superior à registrada no acumulado de janeiro a março de 2013. Foram embarcadas 12,4 mil toneladas do produto, volume 17,7% superior ao do primeiro trimestre de 2013.

Já as vendas do Brasil, nesse segmento, somaram US$ 290 milhões, cifra 8,6% inferior à de igual período do ano passado. E os embarques, de 109,8 mil toneladas, tiveram um recuo da ordem de 8%.

Existe, no entanto, a possibilidade de uma reversão desse quadro, pois a Rússia, um dos maiores importadores de carne suína do mundo, está em disputa comercial com a União Europeia, que poderá dificultar a venda do produto para aquele mercado. Nesse caso, segundo a avaliação da Spea, o Brasil pode ser favorecido com a expansão das vendas de carne suína para a Rússia, e um sinal dessa tendência é que, em março, já foi habilitada pelos russos mais uma unidade exportadora localizada no Rio Grande do Sul.

Minas Gerais também poderá ser beneficiada, pois a Rússia é o principal destino da carne suína do Estado, sendo que 85% do volume exportado no primeiro trimestre destinou-se àquele mercado.

Produção de qualidade

Segundo o secretário da Agricultura, André Merlo, um fator de fundamental importância para a boa aceitação da carne de Minas no exterior é o dinamismo do setor, além do cumprimento dos pré-requisitos de qualidade para atender ao mercado externo.

“Antes, o mercado interno se beneficia desse esforço. No caso da sanidade, o trabalho tem a participação do Instituto Mineiro de Agropecuária (IMA), vinculado à Secretaria, serviço essencial para a comercialização de animais em condições de atender ao mercado”, diz Merlo. O secretário assinala que, “nesse contexto, uma iniciativa importante é o Programa de Regionalização de Frigoríficos de Minas Gerais (Profrig), anunciado pelo Governo de Minas em 27 de março, para a criação de pequenos frigoríficos certificados nos municípios e comunidades do Estado para atender ao mercado interno”.

Idealizado para atender à criação de cerca de 21 novos abatedouros destinados inicialmente ao abate inspecionado de bovinos, suínos, caprinos e ovinos, o programa será desenvolvido por meio da parceria do Governo do Estado, municípios e empreendedores do setor, sendo que a Associação dos Frigorificos de Minas Gerais e Espírito Santo (Afrig) participa da mobilização desses empresários. A coordenação é da Secretaria da Agricultura.

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