Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,32 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 127,91 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,61 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,54 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,10 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,04 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,38 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 174,89 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 197,27 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 163,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 187,34 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.289,02 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.156,38 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 175,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 160,48 / cx
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Economia

Melhora a remuneração do suinocultor em SC

A perspectiva de bons preços anima a cadeia produtiva da suinocultura industrial em Santa Catarina

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Melhora a remuneração do suinocultor em SC

A perspectiva de bons preços anima a cadeia produtiva da suinocultura industrial em Santa Catarina. O preço básico pago pela Coopercentral Aurora Alimentos aos criadores aumentou 3,2% nesta semana, passando de R$ 3,10 a R$ 3,20 o quilograma de suíno em pé e, a esse valor, acrescenta-se o índice de qualidade da carcaça pelo critério da tipificação, o que eleva o preço a até R$ 3,52.

O novo patamar de preços foi anunciado pelo presidente Mário Lanznaster. Desde o ano passado, o mercado de suínos se mantém equilibrado, sem aumento de oferta nem em peso total, nem em número de cabeças. Também não há excesso de suínos no mercado “spot” e as indústrias frigoríficas em geral não estão estocadas.

Esse cenário positivo deve se manter até o fim do ano. A reabertura das exportações de aves e suínos para a Rússia, que volta a ser o maior comprador da carne brasileira, aqueceu o mercado nas últimas semanas. Lanznaster destaca que “o aumento vem em boa hora” para estimular os produtores rurais a manterem os níveis de produção e as margens de resultado.

“Temos que ter ciência que o mercado está ajustado; não podemos produzir em excesso”. O dirigente realça outro fator positivo na redução dos custos de produção e no aumento das margens de resultado do suinocultor: as safras de milho e soja foram boas, suficientes para nutrição animal (que representa 65% do custo de produção) e os preços se mantêm em patamares baixos que viabilizam a atividade.

No ano passado, o preço pago aos criadores na aquisição de suíno teve uma escalada de recuperação comandada pela Coopercentral Aurora Alimentos, empresa que detém o maior volume de abate em Santa Catarina.

“Essa situação de equilíbrio deve-se ao alojamento de matrizes de acordo com a demanda industrial planejada, o que evita episódios de excesso de oferta de suínos em pé, geralmente seguidos de crise de preços e posterior escassez dessa matéria-prima. Outro fator que influencia é o elevado preço da carne bovina no mercado brasileiro, o que estimula o consumo das outras carnes”, expõe Lanznaster.

O presidente da Aurora lembra que a crise do excessivo encarecimento dos insumos em 2012 inviabilizou dezenas de produtores, retirando do mercado muitos suinocultores e alguns frigoríficos. Em 2013 o preço baixou e devolveu a capacidade competitiva à cadeia produtiva. Agora, a situação entra em curva ascendente, com os preços do suíno em pé e boa oferta de milho no mercado.

RETRIBUIÇÃO
O suinocultor cooperado do oeste catarinense passou a receber a seguinte remuneração a partir desta semana: preço-base atualizado (R$ 3,20) acrescido do adicional da tipificação, índice médio de 7% a 10% (R$ 0,32), o que eleva o valor final pago para R$ 3,52/kg.

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