Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 70,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 123,32 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 131,18 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,00 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,76 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,71 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,77 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 178,01 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 188,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,90 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,75 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 194,93 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,06 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,10 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.207,77 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.085,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 201,03 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 178,26 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 164,10 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 172,94 / cx
Economia

Segundo aumento no mês anima suinocultura catarinense

novo aumento na remuneração do criador de suíno anima ainda mais a cadeia produtiva da suinocultura industrial em Santa Catarina

Compartilhar essa notícia
Segundo aumento no mês anima suinocultura catarinense

Uma semana após o último reajuste, novo aumento na remuneração do criador de suíno anima ainda mais a cadeia produtiva da suinocultura industrial em Santa Catarina. O preço básico pago pela Cooperativa Central Aurora Alimentos aos criadores aumenta 3,1% nesta quinta-feira (21), passando de  R$ 3,20 a R$ 3,30 o quilograma de suíno em pé, valor ao qual se acrescenta o índice de qualidade da carcaça pelo critério da tipificação,   elevando o preço a até R$ 3,63.

O segundo reajuste deste mês foi anunciado pelo presidente Mário Lanznaster. Em razão de ser a maior processadora de suínos, a Aurora influencia e baliza o mercado catarinense e sulbrasileiro. Desde o ano passado, o mercado de suínos se mantém equilibrado, sem aumento de oferta nem em peso total, nem em número de cabeças. Também não há excesso de suínos no mercado “spot” e as indústrias frigoríficas em geral não estão estocadas.

A reabertura das exportações de aves e suínos para a Rússia, que volta a ser o maior comprador da carne brasileira, aqueceu o mercado nas últimas semanas. Lanznaster destaca que, neste momento, fatores extramercadológicos estão indiretamente ajudando a suinocultura brasileira. A propagação do vírus da diarreia suína epidêmica (PEDv, na sigla em inglês) nos rebanhos dos EUA limitou fortemente a oferta de suínos norteamericanos no mercado mundial, como já admitiu o Departamento da Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

“Temos que ter ciência que o mercado está ajustado; não podemos produzir em excesso”.  O dirigente realça outro fator positivo na redução dos custos de produção e no aumento das margens de resultado do suinocultor:  as safras de milho e soja foram boas, suficientes para nutrição animal (que representa 65% do custo de produção) e os preços se mantêm em patamares baixos que viabilizam a atividade.

No ano passado, o preço pago aos criadores na aquisição de suíno teve uma escalada de recuperação comandada pela Coopercentral Aurora Alimentos, empresa que detém o maior volume de abate em Santa Catarina.

“Essa situação de equilíbrio deve-se ao alojamento de matrizes de acordo com a demanda industrial planejada, o que evita episódios de excesso de oferta de suínos em pé, geralmente seguidos de crise de preços e posterior escassez dessa matéria-prima. Outro fator que influencia é o elevado preço da carne bovina no mercado brasileiro, o que estimula o consumo das outras carnes”, expõe Lanznaster.

O presidente da Aurora lembra que a crise do excessivo encarecimento dos insumos em 2012 inviabilizou dezenas de produtores, retirando do mercado muitos suinocultores e alguns frigoríficos. Em 2013 o preço baixou e devolveu a capacidade competitiva à cadeia produtiva. Agora, a situação entra em curva ascendente, com os preços do suíno em pé e boa oferta de milho no mercado. 

REMUNERAÇÃO
O suinocultor cooperado do oeste catarinense passa nesta quinta-feira (21) a receber a seguinte remuneração: preço-base atualizado (R$ 3,30) acrescido do adicional da tipificação, índice médio de 7% a 10% (R$ 0,33), o que eleva o valor final pago para R$ 3,63/kg.

Assuntos Relacionados
SCsuinocultura
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 70,56
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 123,32
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 131,18
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 10,00
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,95
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,76
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,71
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,63
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,77
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 178,01
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 188,24
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 200,90
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 210,75
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 168,76
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 194,93
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,06
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,10
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.207,77
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.085,06
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 201,03
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 178,26
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 164,10
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 172,94
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341