Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,29 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,89 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,86 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,04 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,26 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,59 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,71 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,69 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 133,21 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 148,24 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 149,07 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 124,52 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,52 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.510,24 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.400,50 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,97 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 127,22 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 141,41 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Exportação

Suspensões temporárias russas não mudam cenário de exportações de carne, diz Abiec

Regularmente, a Rússia apresenta demandas e faz restrições temporárias a alguns frigoríficos dos quais compra carne.

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Suspensões temporárias russas não mudam cenário de exportações de carne, diz Abiec

A suspensão temporária de compras de carne de dez frigoríficos brasileiros pela Rússia, anunciada na quarta-feira (27), não altera o cenário de vendas externas do Brasil, disse o presidente da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Antônio Camardelli, à CarneTec.

Segundo ele, regularmente, a Rússia apresenta demandas e faz restrições temporárias a alguns frigoríficos dos quais compra carne. Após realizadas as correções solicitadas, o fluxo de vendas é retomado.

“Não muda nada. Isso acontece para todos os países que vendem carne para a Rússia”, disse Camardelli. “É um processo normal que faz parte do acordo sanitário.”

A Rússia suspendeu temporariamente compras de carne suína de planta da BRF, em Goiás, e de unidade da Frigoestrela, em São Paulo. Também estão suspensas, a partir de junho, as vendas pelas unidades de abate de bovinos da JBS (em Minas Gerais e Goiás), Marfrig (duas em São Paulo e uma em Mato Grosso do Sul), Frigorífico Silva (RS), Mato Grosso Bovinos (MT) e Nortão Alimentos (MT).

Camardelli disse que não saberia precisar em quanto tempo as plantas suspensas poderão voltar a vender para a Rússia após adequações, por não ter detalhes sobre as exigências apresentadas – que costumam ser divulgadas diretamente pelo governo às empresas.

A JBS já havia informado que os contratos firmados com a Rússia não sofrerão prejuízo e que tem outras 31 plantas habilitadas a exportar para aquele país.

O presidente da Abiec disse ainda que, no total, o Brasil tem 38 plantas habilitadas a exportar carne bovina para a Rússia, e que as vendas externas brasileiras não deverão sofrer qualquer impacto por conta da suspensão temporária de algumas plantas.

A Rússia é a segunda maior importadora de carne bovina do Brasil e comprou 22 mil toneladas em abril. Camardelli reafirmou na quarta-feira que a expectativa da Abiec é que os embarques de carne bovina para a Rússia fechem em cerca de 20 mil toneladas em maio, conforme já havia sido adiantado à CarneTec pelo diretor executivo da associação, Fernando Sampaio, na semana passada.

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