Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,25 / kg
Soja - Indicador PR R$ 154,95 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 162,02 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,85 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,02 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,13 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,58 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,69 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,65 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 142,62 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 143,76 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 156,38 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 156,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 133,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,35 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.509,74 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.385,09 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 161,30 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 135,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 146,43 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 157,70 / cx
Destaque Todas Páginas
Infraestrutura

Empresários elogiam plano de concessões, mas veem entraves

Questão ambiental, taxa de retorno e crédito são apontadas como pendências.

Compartilhar essa notícia
Empresários elogiam plano de concessões, mas veem entraves

“Só não ter um Arno Augustin por trás do plano já é um grande avanço.” O comentário, do presidente da CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), José Carlos Martins, sintetiza o sentimento de alívio do empresariado pela ausência do ex-secretário do Tesouro Nacional na formulação do novo plano de concessões.

No primeiro mandato de Dilma, Arno era apontado pelo setor privado como o principal responsável pelas regras intervencionistas do programa de concessões lançado em 2012. Um exemplo foi o tabelamento da taxa de retorno de investimentos, que atrasou os projetos e inviabilizou a maior parte deles.

“O plano, em sua concepção, é um avanço. A presidente Dilma melhorou muitos aspectos da fase anterior, que tinha regras que dificultavam a viabilização dos projetos”, afirmou Martins.

O lançamento do novo plano de concessões reuniu no Planalto empresários da indústria, de empresas de concessões e dirigentes de entidades da construção.

Não estiveram os donos e os presidentes das maiores empreiteiras do país, como Odebrecht, Andrade Gutierrez, Camargo Corrêa e OAS. Todas são citadas na Lava Jato e devem disputar os principais leilões, além de participar das obras de rodovias, aeroportos, portos e ferrovias.

Apesar dos elogios, o empresariado considera que agora começa a fase mais crucial do programa.

“O programa é muito bom na sua modelagem, mas temos de superar alguns entraves, ainda não solucionados, como o ambiental e o indígena”, disse o vice-presidente da Abid (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base), Ralph Terra.

Martins e Terra lembraram ainda que será preciso decidir com o governo regras sobre a taxa de retorno dos investimentos e as garantias. Com o cenário atual mais adverso, acrescentam, o crédito está mais caro.

Dinheiro estrangeiro

Durante o evento, dirigentes de bancos de investimento disseram que, para financiar o programa, o melhor caminho será buscar investidores estrangeiros e empresas internacionais da área de construção civil.

Segundo eles, o Brasil está barato e há um apetite de investidores por parcela importante dos projetos lançados nesta terça (9), principalmente aeroportos e rodovias.

No caso de ferrovias, empresários e investidores têm dúvidas sobre a viabilidade dos projetos. Principalmente a ferrovia Bioceânica.

O comentário é que o projeto da ferrovia, que seria de interesse dos chineses, deve ser o trem-bala do novo programa. O trem ligando Campinas, SP e Rio não saiu do papel, apesar das apostas de Dilma na execução.

Assuntos Relacionados logistica
Mais lidas

Relacionados

AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329
AI – 1343