Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 69,96 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 128,50 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 9,64 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,52 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,56 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,02 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,05 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,07 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 173,75 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 175,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 191,47 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 192,05 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 164,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 186,13 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,24 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,27 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.288,15 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.157,76 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 200,45 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 173,82 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 158,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 175,88 / cx
Economia

Empresas atrasam obras e alerta no setor de energia cresce

São atrasos relevantes, que podem eventualmente impedir o escoamento da produção de usinas eólicas e o atendimento de carga.

Compartilhar essa notícia
Empresas atrasam obras e alerta no setor de energia cresce

Empresas no segmento de transmissão de energia estão com problemas para tocar as obras, como as novatas Braxenergy e a MGF Energy, que arremataram projetos em leilões em 2013 e atraíram a atenção do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE), formado por autoridades do governo.

O superintendente de concessões de transmissão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Ivo Nazareno, disse à Reuters nesta quarta-feira que o órgão tem cobrado as duas empresas por soluções para “minimizar ou mitigar” o atraso no cronograma dos empreendimentos, que precisariam estar em operação no início de 2016 e de 2017.

“São atrasos relevantes, que podem eventualmente impedir o escoamento da produção de usinas eólicas e o atendimento de carga”, afirmou Nazareno, após um leilão de linhas de transmissão que frustrou as expectativas do governo, ao receber propostas de investidores para apenas 4 dos 11 lotes ofertados.

Pelo menos no caso da Braxenergy, segundo a empresa, o atraso está relacionado a dificuldades para financiamentos, incluindo do BNDES, os mesmos problemas que foram citados nesta quarta-feira como um dos motivos da baixa participação no leilão.

Em julho, o CMSE determinou a realização de “análises e estudos visando identificar ações para minimizar os impactos dos atrasos”, de acordo com ata de reunião do órgão divulgada pelo Ministério de Minas e Energia.

Em carta à Aneel anteriormente, as elétricas Furnas e Alupar disseram que o atraso na implementação dos empreendimentos da Braxenergy no Ceará prejudicará um conjunto de parques eólicos que constroem em conjunto, uma vez que havia a expectativa de antecipar a entrada em operação das usinas para vender a energia extra no mercado livre de eletricidade.

O diretor jurídico da Braxenergy, Marcelo Camarinha, afirmou à Reuters nesta quarta-feira que os empreendimentos da empresa apresentam atraso, mas disse que a situação está “sob controle” e um novo cronograma será acertado junto à Aneel e ao governo.

“É um problema de mercado, de financiamento, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) não está liberando… o pessoal que estava fazendo o funding das linhas (de transmissão) se deparou com o BNDES mudando bastante as condições de financiamento”, explicou Camarinha.

ALTERNATIVA

O executivo da Braxenergy disse ainda que a empresa buscou outras alternativas e deve em breve anunciar um financiamento vindo do exterior para viabilizar os empreendimentos, embora a empresa ainda conte com o BNDES para complementar a captação dos recursos necessários.

“O plano original de quando participamos do leilão acabou não se concluindo e por questões de mercado tivemos que buscar fontes de capital de fora, que não era o que estávamos planejando”, disse Camarinha.

A Reuters não encontrou representantes da MGF Energy, com sede no Pará, para comentar o assunto.

“Está difícil mesmo a situação do mercado. Mas nossas linhas não estão chegando ainda nem a um décimo do que é a média de atrasos no setor de transmissão”, apontou Camarinha.

Realmente, o problema não se limita à Braxenergy. Segundo documento da Aneel, 30 transmissoras apresentam cronogramas com mais de um ano de atraso. Furnas e Chesf, da Eletrobras, estão entre as recordistas, ambas com mais de mil dias de atraso médio.

Procurado, o BNDES não pôde comentar imediatamente.

O secretário-adjunto de Planejamento e Desenvolvimento do Ministério de Minas e Energia, Moacir Carlos Bertol, disse que o governo tem conhecimento das críticas de transmissoras sobre dificuldades em obter recursos do BNDES e “está trabalhando para dar condições para que os agentes façam os investimentos necessários”.

Um dos empreendimentos arrematados pela Braxenergy, um conjunto de linhas de transmissão e subestações no Ceará, tinha prazo de 22 meses para entrada em operação, enquanto o outro, que compreende instalações no Maranhão, deveria estar concluído em 36 meses. Ambos foram arrematados em leilão realizado em dezembro de 2013.

Já a MGF Energy ficou com a concessão para construir linhas e subestações no Rio Grande do Sul e no Rio Grande do Norte, com prazos de entrada em operação de 30 meses e 24 meses, respectivamente. Os empreendimentos foram licitados em julho de 2013.

Nazareno, da Aneel, destacou que ambas empresas, apesar de novatas, passaram por processo de habilitação técnica e econômica para poder participar dos certames, e não acredita que o atraso esteja relacionado a qualquer limitação técnica.

Assuntos Relacionados Empresas
Mais lidas
Cotação
Fonte CEPEA
  • Milho - Indicador
    Campinas (SP)
    R$ 69,96
    kg
  • Soja - Indicador
    PR
    R$ 122,31
    kg
  • Soja - Indicador
    Porto de Paranaguá (PR)
    R$ 128,50
    kg
  • Suíno Carcaça - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 9,64
    kg
  • Suíno - Estadual
    SP
    R$ 6,52
    kg
  • Suíno - Estadual
    MG
    R$ 6,56
    kg
  • Suíno - Estadual
    PR
    R$ 6,02
    kg
  • Suíno - Estadual
    SC
    R$ 6,05
    kg
  • Suíno - Estadual
    RS
    R$ 6,07
    kg
  • Ovo Branco - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 173,75
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Branco
    R$ 175,02
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Grande São Paulo (SP)
    R$ 191,47
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 192,05
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 164,20
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Bastos (SP)
    R$ 186,13
    cx
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,24
    kg
  • Frango - Indicador
    SP
    R$ 7,27
    kg
  • Trigo Atacado - Regional
    PR
    R$ 1.288,15
    t
  • Trigo Atacado - Regional
    RS
    R$ 1.157,76
    t
  • Ovo Vermelho - Regional
    Vermelho
    R$ 200,45
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Santa Maria do Jetibá (ES)
    R$ 173,82
    cx
  • Ovo Branco - Regional
    Recife (PE)
    R$ 158,61
    cx
  • Ovo Vermelho - Regional
    Recife (PE)
    R$ 175,88
    cx

Relacionados

SUINOCULTURA 328
Anuário AI – Edição 1342
Anuário SI – Edição 327
SI – Edição 326
AI – 1341