Kátia Abreu avalia o impacto da lei sancionada pela presidente Dilma Rousseff.
Desconto na bandeira vermelha beneficia produtores irrigantes e aquicultores

A ministra Kátia Abreu (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) comemorou o desconto na cobrança de bandeira vermelha para as atividades de irrigação e aquicultura, medida que vinha sendo pleiteada pelo setor agropecuário desde o início deste ano. A mudança consta da lei 13.203/2015, sancionada pela presidente Dilma Rousseff e publicada nesta quarta-feira (9) no Diário Oficial da União.
Kátia Abreu foi uma das ministras que se engajou a atender à reivindicação dos agricultores, tendo negociado o assunto com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e com o Ministério de Minas e Energia.
A ministra recebeu os produtores de arroz do Sul diversas vezes ao longo deste ano para discutir o tema. A região é responsável por 70% da produção nacional do grão. No Rio Grande do Sul, todas as plantações têm sistema de irrigação por inundação.
Leia também no Agrimídia:
- •China rejeita cota do Uruguai e eleva tarifa sobre a carne bovina brasileira para 67%
- •China adia novas compras de soja e acirra disputa comercial entre BR e EUA
- •Cargill anuncia aporte superior a US$ 130 milhões para ampliar avicultura na Ásia
- •BrasilAgro vende área de fazenda na Bahia por R$ 96,4 milhões
“O desconto na tarifa de energia usada na irrigação para produção de alimentos foi um ato de responsabilidade e sensibilidade da presidente Dilma”, disse a ministra.
A bandeira vermelha é aplicada a todos os usuários de energia elétrica desde janeiro de 2015. A medida aumenta em R$ 4,50 o custo da energia por cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. Mas com a nova lei, esse valor será reduzido.
























