Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
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Exportação

Portos do Sul disputam exportação de frango

Aumento na produção nacional e câmbio favorável à exportação amplia fluxo portuário e abre margem para novos investimentos.

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Portos do Sul disputam exportação de frango

A produção nacional de frango eleva a pressão sobre os portos. Terminais espalhados por Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul travam disputa entre si pelos contêineres carregados com a proteína branca, visando maior participação de mercado. O quadro motiva investimentos do setor para reforçar a infraestrutura, ao mesmo tempo em que amplia as opções de escoamento da cadeia produtiva nos três estados, conferiu a Expedição Avicultura 2015 em roteiro pelas principais zonas portuárias do Sul.
O crescimento no abate de aves (3,5% em 2015) e o câmbio favorável às vendas externas dão lastro para as exportações subirem 4%, chegando a 4,1 milhões de toneladas de janeiro a dezembro, conforme a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). “Nós só refletimos a pujança da cadeia produtiva. O produtor é que nos dá condições para crescer”, pontua o diretor superintendente do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), Juarez Moraes e Silva.

O terminal paranaense desbancou o porto de Itajaí (SC) neste ano, assumindo a liderança nacional. Escoou 1,3 milhão de t de frango, 12,8% a mais que o volume de 1,1 milhão do porto catarinense (jan-nov) e 6,3% além de seu resultado geral de 2014.
Com acesso ferroviário, Paranaguá se beneficia da limitação de espaço para entrada de navios e do clima desfavorável a Itajaí. “Mantivemos o mesmo perfil de movimentação de cargas, mas a chuva intensa, potencializada pelo El Niño, prejudicou”, relata o assessor da superintendência do porto catarinense, Heder Moritz. Os rios fazem correnteza e dificultam a entrada dos navios na baía onde ficam os terminais.

Contra-ataque

Buscando retomar a liderança nacional nos embarques, os terminais privados que atuam em Itajaí reforçam investimentos. A APM Terminals afirma ter R$ 180 milhões disponíveis para investir, dependendo apenas de garantias governamentais para executar as obras (leia ao lado). “Com isso podemos ampliar facilmente entre 15% e 25% nossa movimentação”, afirma o gerente comercial da empresa, Felipe Kaufmann. No outro lado do rio, em Navegantes, a Portonave já tem um projeto de expansão pronto, dependendo apenas do aumento na demanda para iniciar as obras.

No mesmo contexto, o TCP pede prorrogação da concessão para investir R$ 1,1 bilhão até o final da década.

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