Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Comércio

Brasil questiona na OMC barreiras à exportação de carnes para Nigéria e União Europeia

Mapa espera que problemas sejam solucionados nos próximos meses.

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Brasil questiona na OMC barreiras à exportação de carnes para Nigéria e União Europeia

O Brasil cobrou junto à Organização Mundial do Comércio (OMC) a eliminação de barreiras às exportações de carne suína do estado de Santa Catarina impostas pela União Europeia. Durante a 65ª Reunião do Comitê sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias (Comitê SPS), os representantes brasileiros também questionaram as restrições impostas pela Nigéria às carnes bovina e de aves nacionais.

Os questionamentos foram apresentados à organização em forma de “preocupações comerciais específicas (PCEs)”, instrumento utilizado para tornar multilaterais eventuais negociações de temas de difícil resolução. Com a apresentação da matéria na plenária da OMC, espera-se movimentação, nos próximos meses, para a solução dos problemas.

A reunião do Comitê sobre Medidas Sanitárias e Fitossanitárias ocorreu em 16 e 17 deste mês. Pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), participaram o fiscal federal agropecuário Guilherme Antônio da Costa Júnior, do Departamento de Negociações Não-Tarifárias da Secretaria de Relações Internacionais do Agronegócio (SRI), e o adido agrícola junto à OMC, Luis Henrique Barbosa da Silva.

“A OMC continua sendo um dos organismos internacionais mais importantes para os temas de comércio agropecuário. Em especial, o comitê é um dos órgãos subsidiários de maior interesse para a agropecuária nacional, pois nele se pode monitorar os requisitos sanitários e fitossanitários dos parceiros comerciais e eventuais dificuldades comerciais relacionadas aos temas sanitários e fitossanitários”, ressaltou Guilherme Costa.

Paralelamente à reunião do comitê, a delegação do Mapa realizou diversos encontros bilaterais. Com o México, discutiu o reconhecimento do princípio da regionalização para exportações brasileiras de carne bovina e suína e do embarque de carne suína do estado de Santa Catarina. Com os representantes chineses, falou sobre a retomada das exportações de bovinos vivos.

A delegação se reuniu também com a Turquia para questionar requisitos relativos à rastreabilidade para exportação de carne bovina; com o Sudão, discutiu barreiras impostas às exportações de carnes bovina e de aves brasileiras; e à Coreia do Sul agradeceu pelo envio dos requisitos sanitários daquele país para exportação de carne suína brasileira, passo necessário para liberar o comércio.
De forma geral, os representantes se comprometeram a apresentar respostas aos pleitos brasileiros em curto prazo.

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