Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 69,74 / kg
Soja - Indicador PR R$ 155,50 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 161,93 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 8,05 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 5,20 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,46 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,63 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,85 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,75 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 132,33 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 143,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 123,67 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP R$ 8,35 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.535,23 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.419,47 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 153,67 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 129,07 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 140,69 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 154,50 / cx
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Clima pressiona soja em Chicago

A inversão de projeções climáticas anteriores e a ocorrência de chuvas nestes dias em extensas áreas do Meio Oeste é o principal fator de pressão sobre os preços

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Clima pressiona soja em Chicago

Depois de um início de sessão positiva, os preços da soja acabaram sucumbindo à pressão vendedora e fecharam com perdas nos futuros de Chicago nesta quarta-feira (16/06). A inversão de projeções climáticas anteriores e a ocorrência de chuvas nestes dias em extensas áreas do Meio Oeste é o principal fator de pressão sobre os preços. Óleos concorrentes, como óleo de palma e de canola, vem perdendo força nos últimos dias e também repassando certo peso para a soja.

Fechamentos: julho a U$ 11,56, queda de 13,5 cents/bu e novembro, a U$ 11,3850, perda de 10,75 cents/bu. Momentaneamente, as previsões de condições climáticas adversas para as principais regiões produtoras dos EUA estão afastadas.

Com melhores chuvas, por ora também as temperaturas tendem a se manter em níveis mais adequados. Em análises mais recentes, os modelos apontam melhora das chances de chuvas para as próximas semanas nos estados centrais de produção. No decorrer, no entanto, é preciso avaliar a extensão e a intensidade das
precipitações.

Por outro lado, as previsões climáticas de mais longo prazo seguem apontando calor intenso e possibilidade real de redução das precipitações. O período mais crítico para evolução das lavouras ocorre a partir de 15 de julho. O fato é que todos os participantes estão de olho nos boletins meteorológicos, procurando por sinais de irregularidades à frente.

É uma temporada na qual os preços voltaram a ganhar alta sensibilidade em razão da intensa quebra ocorrida no Brasil e na Argentina e pela consistência da demanda. Por isso, esta temporada promete ser uma volta ao passado, à safra 2012/13 e até mesmo a outras anteriores, quando os participantes viveram em toda a intensidade o “mercado climático”, com expressiva volatilidade nos preços.

Esmagamento 

A demanda de soja segue firme não somente no segmento exportador, mas também pela intensidade do esmagamento. De acordo com a Associação das Indústrias, o volume processado pela indústria norteamericana em maio ficou cima do esperado, totalizando 4,16 milhões de tons. Em abril o volume ficou em 4,02 milhões de tons.

Mercado interno 

Mercado doméstico e regional segue muito travado. As indicações de venda, cada vez mais altas, caminharam no sentido inverso das intenções de compradores – os quais tiveram uma formação do preço prejudicada pelas perdas na bolsa norte-americana e no câmbio. Indicações de compra no oeste do estado, entre R$ 92,00 e R$ 93,50, dependendo do momento do dia, do local de embarque e do prazo de pagamento. No porto de Paranaguá, indicações de compra entre R$ 96,00 e R$ 98,00 por saca.

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