Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) R$ 70,93 / kg
Soja - Indicador PR R$ 152,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) R$ 160,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 7,20 / kg
Suíno - Estadual SP R$ 4,83 / kg
Suíno - Estadual MG R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual PR R$ 4,42 / kg
Suíno - Estadual SC R$ 4,48 / kg
Suíno - Estadual RS R$ 4,53 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 141,73 / cx
Ovo Branco - Regional Branco R$ 141,81 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) R$ 154,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 154,39 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) R$ 134,09 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) R$ 147,74 / cx
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Frango - Indicador SP R$ 7,61 / kg
Trigo Atacado - Regional PR R$ 1.457,55 / t
Trigo Atacado - Regional RS R$ 1.355,06 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho R$ 168,21 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) R$ 134,16 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) R$ 152,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) R$ 162,73 / cx
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Embarques

Milho e soja impulsionam exportações no Porto de Paranaguá

Exportação de granéis sólidos foi impulsionada pelo milho, com aumento de 77% neste semestre, e pela soja, que aumentou 21% a exportação neste período, se comparado com o ano anterior

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Milho e soja impulsionam exportações no Porto de Paranaguá

De janeiro a junho deste ano foram movimentadas 24,1 milhões de toneladas. O volume é considerado recorde comparado ao mesmo período de 2010, quando o porto movimentou 17,8 milhões de toneladas. O resultado de 2016 representa um aumento de 35,42% em comparação com 2010.

Neste ano, o Porto de Paranaguá acumulou recordes consecutivos de movimentação nos meses de janeiro, fevereiro, março e abril. E o crescimento na movimentação semestral vem ocorrendo anualmente. Em 2011, foram 19 milhões de toneladas movimentadas no semestre. Em 2012, 21 milhões de toneladas; em 2013, 22 milhões de toneladas; em 2014, 22,4 milhões de toneladas; e em 2015, 23 milhões de toneladas foram exportadas e importadas por Paranaguá nos seis primeiros meses do ano.

O secretário de Infraestrutura e Logística do Paraná, José Richa Filho, conta que os recordes obtidos por Paranaguá refletem os investimentos feitos no setor pelo Governo do Estado aliados ao trabalho técnico e operacional dos profissionais que atuam na área portuária.

“Estamos colhendo os frutos dos investimentos já feitos e que totalizarão R$934,9 milhões até 2018. As ações para modernização e aumento de produtividade foram executadas para devolver a competitividade aos portos do Paraná”, comemora Richa Filho.

Mercado 

Alguns produtos alavancaram as exportações e importações pelo Porto de Paranaguá no primeiro semestre. A importação de granéis líquidos, por exemplo, apresentou um aumento de 48% nos primeiros seis meses de 2016 em comparação ao mesmo período de 2015.

Já a exportação de granéis sólidos foi impulsionada pelo milho, com aumento de 77% neste semestre, e pela soja, que aumentou 21% a exportação neste período, se comparado com o ano anterior.

A baixa do mercado interno também contribuiu para o aumento de 135% na exportação de veículos pelo Porto de Paranaguá nos primeiros seis meses deste ano. Em 2015 foram exportadas 17.561 unidades de veículos. Já em 2016 o número de unidades exportadas saltou para 41.326.

Em junho o Porto de Paranaguá passou a exportar veículos da fabricante alemã BMW. Foi escolhido pela marca devido à experiência na operação deste tipo de carga. Ao todo, serão enviadas 10 mil unidades do modelo X1 para os Estados Unidos até o começo do ano que vem.

O diretor-presidente da Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina, Luiz Henrique Dividino, explica que o aumento gradativo na movimentação de diferentes tipos de cargas é resultado dos investimentos em dragagem, infraestrutura, manutenção e logística.

“Investimos para melhorar o atendimento ao cliente do Porto de Paranaguá. Novos shiploaders e equipamentos, a reforma do cais e as campanhas de dragagem aumentaram em 33% a produtividade do Porto e as filas de caminhões já não existem mais”, ressalta Dividino. “Avançamos em todos os sentidos”, completa o presidente da Appa.

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