Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,34 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,34 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,40 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,96 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,42 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 127,53 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.563,34 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.475,23 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,28 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Economia

Para voltar a crescer, Brasil aposta em ampliar parcerias internacionais

Ações integradas do governo federal resultam em novos acordos de comércio, como os que foram fechados recentemente com os EUA, com a Argentina e com a União Europeia

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Para voltar a crescer, Brasil aposta em ampliar parcerias internacionais

Foto: Beto Barata/PRO Brasil tem se tornado um país mais aberto para os parceiros internacionais. Negociações capitaneadas pelo Itamaraty, pelo Ministério da Agricultura e pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços diminuíram burocracia e entraves para a realização de negócios.

Para especialistas, a longo prazo, essa nova estratégia do governo federal deve resultar na ampliação da participação brasileira nas transações internacionais.

Na agropecuária, um dos pontos mais fortes do País, o governo deu início a um projeto para ampliar a fatia do Brasil nas exportações globais. Em cinco anos, a meta é elevar de 7% para 10% a participação da produção brasileira nas vendas globais do agronegócio.

Por meio do Programa Acesso a Mercados (PAM-Agro), o Brasil espera atrair investimentos estrangeiros que contribuam para a retomada do Produto Interno Bruto (PIB). Nesse sentido, o País tem trabalhado para minimizar burocracia e retirar entraves desnecessários ao comércio exterior.

Recentemente, fechou acordo sanitário e fitossanitário com os Estados Unidos para a comercialização de carne bovina in natura, o que colocou a defesa sanitária dos dois países em equidade. “Além do ganho financeiro, esse acordo é um reconhecimento da qualidade da defesa sanitária brasileira”, ponderou o ministro da Agricultura, Blairo Maggi.

A partir desse acordo, o Brasil terá acesso a países que hoje não posssuem sistema de defesa sanitária e que, por isso, só aceitam os mesmos produtos que são aceitos pelos EUA. A entrada de carne in natura brasileira na maior economia do mundo reforça também argumentos para as negociações internacionais em andamento com outras potências, considerando que os norte-americanos estão entre os mais rígidos do mundo na liberação de mercadorias in natura para seu consumo interno.

O Brasil também tem avançado nas negociações com a União Europeia. Um acordo fechado recentemente vai ampliar em R$ 250 milhões as vendas brasileiras para o bloco.

O acordo foi assinado na Organização Mundial do Comércio (OMC) e permite a ampliação das vendas de alguns produtos agrícolas e animais. Segundo o Itamaraty, a intenção do governo é que os exportadores brasileiros se beneficiem do acordo comercial a partir do segundo semestre de 2016.

O País também tem buscado melhorar as relações com os vizinhos mais próximos e fechou dois acordos com a Argentina, o terceiro maior parceiro comercial do Brasil, com corrente de comércio de cerca de US$ 23 bilhões, com superávit de US$ 2,5 bilhões para o Brasil.

Para elevar o comércio bilateral com a Argentina, foram adotadas duas medidas. A primeira delas cria o Certificado de Origem Digital. Já a segunda estabelece um acordo de cooperação para facilitação de comércio entre os dois países e o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). Essas duas ações têm objetivo de diminuir burocracia, tempo e custos nas transações comerciais entre os dois países.

 

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