Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Balança Comercial

Embarques de frango registram leve queda na terceira semana de agosto

 Balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 541 milhões na terceira semana de agosto

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Embarques de frango registram leve queda na terceira semana de agosto

Na terceira semana de agosto, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 541 milhões, resultante de exportações de US$ 3,557 bilhões e importações de US$ 3,016 bilhões. No ano, as exportações totalizam US$ 118,081 bilhões e as importações, US$ 86,989 bilhões, com saldo positivo de US$ 31,092 bilhões. Os dados foram divulgados nesta segunda-feira (22/08) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Já os embarques de produtos básicos registraram leve queda de 0,3%, devido a soja em grão, carne bovina e de frango, café em grão, milho em grão.

Na semana, as exortações tiveram média diária US$ 711,4 milhões, valor 10,4% abaixo da média de US$ 793,9 milhões, registrada até a segunda semana do mês. Nessa comparação foram observadas quedas nas exportações de semimanufaturados (-29,6%) – por conta de açúcar em bruto, celulose, ouro em forma semimanufaturada, ferro-ligas, couros e peles – as vendas externas de produtos básicos caíram 8,9% – devido a soja em grãos, petróleo em bruto, farelo de soja, carne de frango e bovina, minério de cobre – e os embarques de manufaturados caíram 5,2% – em  razão de automóveis de passageiros, aviões, açúcar refinado, polímeros plásticos, máquinas e aparelhos para terraplanagem, óxidos e hidróxidos de alumínio.

As importações na semana apresentaram desempenho médio diário de US$ 603,2 milhões, 7,4% acima do registrado até a segunda semana do mês (US$ 561,7 milhões). A alta é explicada, principalmente, pelo aumento nos gastos com combustíveis e lubrificantes, equipamentos elétricos e eletrônicos, veículos automóveis, plásticos e obras e farmacêuticos.

Mês

No mês, as exportações somam US$ 11,496 bilhões e as importações, US$ 8,634 bilhões, com saldo positivo de US$ 2,862 bilhões.

Até a terceira semana de agosto, as exportações registram média diária de US$ 766,4 milhões. Em relação a agosto do ano passado, quando a média foi de US$ 737,4 milhões, houve avanço de 3,9%. Nessa comparação, cresceram as exportações de semimanufaturados (9,7%) – puxadas por açúcar em bruto, ouro em forma semimanufaturada, alumínio em bruto, madeira serrada ou fendida, ferro fundido e ferro-ligas – e de produtos manufaturados (7,3%) – por conta de veículos de carga, açúcar refinado, máquinas e aparelhos para terraplanagem, aviões e motores e geradores elétricos. 

Em relação a julho deste ano, quando a média diária das exportações chegou a US$ 777,6 milhões houve queda de 1,4%, por conta de produtos manufaturados (-8%) e semimanufaturados (0,7%). Enquanto cresceram as exportações de produtos básicos (3,8%).

Na comparação com julho de 2016, as importações cresceram 2,8%, pelo aumento em adubos e fertilizantes (+54%), produtos farmacêuticos (+19,9%), equipamentos eletroeletrônicos (+14,2%), produtos plásticos (+6,8%) e combustíveis e lubrificantes (+6,2%).

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