Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 64,30 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 146,18 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 152,13 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,38 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,93 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 6,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 5,95 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 134,59 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 136,83 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,27 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,50 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.560,04 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.473,40 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,99 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 128,04 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 140,00 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 150,47 / cx
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Suínos

Produção de ração para suínos registra consumo de 7,9 milhõe/t no primeiro semestre

Esse número representa um aumento de 6,0% em relação ao mesmo período no ano passado. 

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Produção de ração para suínos registra consumo de 7,9 milhõe/t no primeiro semestre

Releases EmpresasSegundo dados do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), o Brasil produziu, no primeiro semestre deste ano, um total de 33,3 milhões de toneladas de rações animais, registrando um aumento de 3,2% em relação ao mesmo período de 2015. A pressão do custo da alimentação à base de milho e farelo de soja conduziu à terminação de animais mais leves e culminou na produção de 7,9 milhões de toneladas de ração durante o primeiro semestre.

Embora as festas de fim de ano tendam a estimular o consumo de carne suína, o persistente alto custo da alimentação animal e a consistente redução do poder de compra do consumidor local podem inibir os abates e a oferta de carne suína, resultando em menor produção de rações durante o segundo semestre

 Apesar do avanço, a avaliação do Sindirações é que a demanda por rações deve arrefecer no segundo semestre, principalmente por conta da redução do ritmo das cadeias produtivas de aves e suínos, prejudicadas pelo alto custo dos insumos utilizados na produção e pelo apertado orçamento que limita a capacidade de compra do consumidor doméstico.

A escalada do preço do milho, somada à subida do farelo de soja (notadamente no segundo trimestre), desmotivou a engorda de bois e a alimentação preparada do rebanho leiteiro, muito embora os produtores de aves e suínos tenham continuado a apostar no alívio do custo desses principais insumos até o final do primeiro semestre.

Frangos de Corte

O produtor de frangos de corte demandou 16,8 milhões de toneladas de rações de janeiro a junho, um avanço de 4,2%, em resposta ao alojamento de pintainhos, que crescia 4,7% até maio, e à vigorosa exportação de carne de frango, favorecida pelo câmbio e novas oportunidades globais.  O pequeno alívio no custo de produção e a revalorização do Real, combinados à fragilidade do consumo doméstico, devem desestimular a intenção de alojamento, reduzir a produção de carne e consequentemente a demanda de ração durante o segundo semestre.

Poedeiras

A produção de rações para galinhas de postura, por sua vez, somou 2,6 milhões de toneladas e avançou 2%, em resposta às oportunidades de exportação e campanhas de incentivo ao consumo doméstico de ovos, embora o alojamento das pintainhas já tenha sofrido redução durante o segundo trimestre, devido ao custo ainda elevado dos insumos para produção e da crise econômica que desafia o orçamento familiar dos brasileiros.

 

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