Conforme pesquisadores do Cepea, muitos têm mostrado preferência por comercializar o volume remanescente da safra 2015/16 apenas nos primeiros meses de 2017
Oferta recorde pressiona cotações de soja, mas demanda firme limita recuo

Os preços da soja em grão e dos derivados tiveram novas quedas nos últimos dias, refletindo estimativas de ofertas recordes tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. No entanto, dados indicando aumento da demanda amenizaram as desvalorizações. Diante das recentes quedas, sojicultores brasileiros estão retraídos, negociando apenas pequenos lotes pontuais.
Conforme pesquisadores do Cepea, muitos têm mostrado preferência por comercializar o volume remanescente da safra 2015/16 apenas nos primeiros meses de 2017, fundamentados na possibilidade de os preços estarem mais atrativos nesse período, como ocorreu em anos anteriores. Vale ressaltar, porém, que o adiantamento do cultivo pode impedir que isso aconteça. A média ponderada da soja no Paraná, refletida no Indicador CEPEA/ESALQ, fechou em R$ 73,20/saca 60 kg na sexta-feira, 14, queda de 1,4% em sete dias.
O Indicador da soja Paranaguá ESALQ/BM&FBovespa, referente ao grão depositado no corredor de exportação e negociado na modalidade spot (pronta entrega), no porto de Paranaguá (PR), fechou a R$ 75,81/saca de 60 kg também na sexta, recuo de 1,5% no mesmo período.
Leia também no Agrimídia:
- •Escassez de oferta e dólar fortalecido sustentam preços da soja no mercado interno
- •Cotações do milho têm ajustes pontuais em meio à postura cautelosa de compradores e vendedores
- •Produtores travam vendas de soja e milho no Brasil diante de incertezas climáticas
- •ES reforça a importância da biosseguridade na prevenção da Influenza Aviária
























