Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP)R$ 71,56 / kg
Soja - Indicador PRR$ 122,92 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR)R$ 130,87 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 10,12 / kg
Suíno - Estadual SPR$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual MGR$ 6,75 / kg
Suíno - Estadual PRR$ 6,68 / kg
Suíno - Estadual SCR$ 6,63 / kg
Suíno - Estadual RSR$ 6,80 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 177,83 / cx
Ovo Branco - Regional BrancoR$ 189,46 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP)R$ 200,77 / cx
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 210,46 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP)R$ 168,87 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP)R$ 195,36 / cx
Frango - Indicador SPR$ 7,05 / kg
Frango - Indicador SPR$ 7,09 / kg
Trigo Atacado - Regional PRR$ 1.217,19 / t
Trigo Atacado - Regional RSR$ 1.093,06 / t
Ovo Vermelho - Regional VermelhoR$ 212,24 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES)R$ 191,00 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE)R$ 182,20 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE)R$ 184,52 / cx
Bolsa de Suínos

Preço do animal deve aumentar em média 7% até final do ano

Otimista em relação ao ano, Nilo de Sá, da ABCS, prevê aumento e considera positivo os resultados mesmo diante de uma recessão
 

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Preço do animal deve aumentar em média 7% até final do ano

A Bolsa de Suínos das principais praças, São Paulo, Minas Gerais e Santa Catarina, continuam estáveis essa semana. Sendo que, no mercado paulista o setor continua comercializando o quilo do animal vivo a R$ 4,21. Já no mineiro, o valor de R$ 4,20 permanece intacto há quase dois meses.  Na praça catarinense, o quilo permanece também em R$ 3,90. Apenas no Rio Grande do Sul houve uma queda no preço, passando de R$ 3,92 para R$ 3,85. O Paraná é o único estado que notou um aumento de R$ 0,14, saindo da casa dos R$ 3,80 e iniciando a semana a R$ 3,94/Kg.

Preço do animal deve aumentar em média 7% até final do anoMesmo que estável, esses valores sofrerão um tendencial aumento nos próximos dias, com expectativa que cheguem até R$ 4,60 em praças como São Paulo e Minas.  Nilo de Sá, diretor executivo da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos (ABCS), ressalta que historicamente o segundo semestre é marcado por melhores preços. “Nos últimos 10 anos isso se repetiu nove vezes. Via de regra temos, sobretudo no último quadrimestre, uma recuperação de preços movimentado pelo maior volume de produção de natalinos, movimentado por maior volume de exportação”, explica.

De acordo com Sá, é esperado que o preço ainda seja recuperado, até o final do ano,  de  5% a 7% no valor acima do que está hoje. “Estamos em R$ 4,20, com potencial para R$ 4,40, talvez até R$ 4,60 num pico em novembro, em comparação ao comportamento histórico do preço da carne suína”, projeta. 

Desempenho anual

Questionado sobre o desempenho anual do setor, o diretor pondera que, se tratando de um ano de recessão, com prejuízo para o produtor e difícil para todo mundo, para a suinocultura, ainda assim, não foi ruim. “O preço esse ano da carne suína, mesmo no primeiro semestre, não pode ser considerado ruim, foi um preço historicamente bom. Em São Paulo, por exemplo, a média, comparado ao ano passado, é uma redução de 3% no valor. Qual o problema da cadeia em todo esse ano? O milho. Nossa grande dificuldade é o custo para produzir o suíno e não o custo de comercialização”, aponta.

“Mesmo com toda a recessão, dificuldade, o preço do suíno se manteve firme ao longo do ano por dois motivos: altas das exportações, onde devemos chegar a cerca de 700 mil ton esse ano, ou muito próximo; e também por uma boa resposta do mercado interno – a alta do preço da carne bovina auxilia a demanda pela carne suína e por todo esse trabalho de estimulo feito por toda a cadeia”, avalia Nilo.  “Se a gente olhar todo o contexto de recessão, queda de renda, não dá para dizer que o ano foi ruim. Esperamos que até o final do ano o preço não caia”, concluí. 

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