Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,53 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,10 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 159,94 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 8,36 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,88 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,47 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,36 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,33 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,33 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,34 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.553,71 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.454,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,12 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 161,54 / cx
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Agronegócio: pesquisa tropical – Por José Luiz Tejon

Trump e os Estados Unidos exportam incertezas, medo e aparência de recessão global, além de uma narrativa racial nacionalista e o agronegócio americano votou nisso tudo

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Agronegócio: pesquisa tropical  – Por José Luiz Tejon

Trump e os Estados Unidos exportam incertezas, medo e aparência de recessão global, além de uma narrativa racial nacionalista e o agronegócio americano votou nisso tudo.

Então o nosso em parte cliente, em parte fornecedor, e em grande parte concorrente no agribusiness, Estados Unidos da América, agora promove mostrar fortes garras e dentes como competidor nesse MMA, Ultimate Fighting da comida, fibras, madeira, tabaco, bebidas, agroenergia, flores e frutas, camarões, caranguejos e tudo o que for extraído dos campos, rios e mares.

E como fica o agro brasileiro com este agora determinado, focado e obcecado competidor? Precisamos primeiro de confiança para os nossos produtores rurais. Dramas de insegurança jurídica com terras e invasões. Depois custos por leis incompatíveis com as realidades, como as trabalhistas no campo.

Devemos priorizar o crédito rural dentre outros recursos e desburocratizar, como o ministro Blairo Maggi já está buscando, para que mesmo dentro do caos infraestrutural e logístico, possamos melhorar a competitividade pós-porteira das fazendas, onde os Estados Unidos dão um show de eficiência.

Devemos como Mercosul definir uma agenda mínima e básica, inteligente para o enfrentamento das ondas da incerteza, medo, confusão, além das acelerações raciais nacionalistas que explodirão por aí e por aqui.

Brasil e Argentina reunidos têm um imenso poder no agronegócio mundial, além de dominarem a produção de alimentos desde a faixa equatorial do planeta até a ponta mais gelada do mundo, na Patagônia. Da Amazônia a Patagônia, segurança global de alimentos para um mundo em profunda insegurança e transformação. Seria genial esta proposição.

Dólar subindo, bom para o nosso agro que exporta, ruim para o que importa e para os custos da produção. Dessa forma, precisamos urgentemente de um plano de segurança da ciência e tecnologia brasileira tropicalizada. Essa sim é uma questão vital na guerra da inteligência secreta, ou seja, chamaremos de “Agronegócio Pesquisa Tropical”, tudo que está por trás do nosso agronegócio; do antes, do dentro, até o pós-porteira.

*José Luiz Tejon Megido, Conselheiro Fiscal do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), Dirige o Núcleo de Agronegócio da ESPM, Comentarista da Rádio Jovem Pan

 

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