Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
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Rússia reafirma compromisso em manter comércio de grãos e carnes com o Brasil

Na Rússia, Novacki intensifica relações comerciais do agronegócio

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Rússia reafirma compromisso em manter comércio de grãos e carnes com o Brasil

Eumar Novacki com o vice-ministro russo da Agricultura (Foto: Mapa)Em missão, que realiza na Rússia para ampliar o comércio bilateral, o secretário executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Eumar Novacki, obteve do governo daquele país a promessa de manutenção do fluxo de comércio de grãos, carnes e lácteos do Brasil. E ouviu de Evgeny Gromiko, vice-ministro russo da Agricultura, sobre o interesse deles em fornecer trigo e carnes bovina e de aves.

Gromiko deverá visitar o Mapa, em abril ou maio, e junto com representação do ministério conduzir a reunião do Comitê de Agricultura Brasil – Rússia, que acontecerá nessa data. O foco, de acordo com Novacki será “a remoção de barreiras, para intensificar o comércio e a atração de investimentos”.

Novacki tem informado nos encontros oficiais com representantes de governo e também a importadores e investidores russos, que o sistema produtivo brasileiro é baseado na preservação ambiental, na sustentabilidade, na qualidade e segurança sanitária e fitossanitária. O secretário apresentou o programa Agro+, implantado desde o ano passado e que tem contribuído para desburocratizar o agronegócio e aumentar a competitividade dos produtos do setor.

E explicou que “os resultados são alcançados sem o uso de subsídios, que tanto alavancam o abismo entre países desenvolvidos e em desenvolvimento”. O Brasil, afirmou Novacki, investe em políticas de financiamento e de acesso ao crédito com cobrança de juros mais justos e de fácil acesso, acrescentando que “as premissas que levam à alta produtividade e à inclusão social estão também alicerçaras em políticas para o pequeno e médio produtor, por meio do crédito, cooperativismo e assistência técnica. Muitos pequenos e médios produtores já estão inseridos no mercado internacional, o que ajuda a garantir estabilidade no fornecimento de produtos”, assegurou.

O secretário visitou nesta quarta-feira (08/02) a ProdExpo, principal feira local do setor de carnes e lácteos. Esteve com expositores brasileiros, quando também recebeu a visita do vice-ministro Gromiko. “Rússia e Brasil são países que valorizam seus parceiros comerciais e buscam a reciprocidade”, disse Novacki. Segundo afirmou, o governo brasileiro deverá desenvolver ações para abrir novas oportunidades de comércio bilateral.

Na véspera, liderou encontro com a Organização da Rússia de Negócios, entidade que congrega produtores, exportadores e importadores. Da delegação do Mapa, participaram o secretário de Defesa Agropecuária, Luis Rangel, o secretário substituto de Relações Internacionais, Alexandre Pontes, representantes de exportadores brasileiros, da embaixada do Brasil em Moscou e da APEX.

Ficou acordado que, por meio do adido agrícola do Mapa em Moscou, brasileiros poderão fazer contatos para maior aproximação com os russos. E a Organização da Rússia de Negócios possui relação com os órgãos oficiais e capacidade para auxiliar em questões de segurança jurídica e regulatória e também de operações bancárias de comércio exterior.

O comércio entre Brasil e Rússia está concentrado em exportações brasileiras de grãos, carne e lácteos e, em importações, de fertilizantes com a balança comercial próxima do equilíbrio, de acordo com Alexandre Pontes. Para Novacki “ a pauta precisa ser diversificada e ampliada a fim de intensificar o comércio, pois exportações e importações geram riquezas, renda e empregos”. O secretário acrescentou que “o governo tem o papel de ser um facilitador e removedor de barreiras”, mas disse que “quem faz comércio são as empresas produtoras”.

O secretário visitou o ministro da Agricultura do Uruguai, Tabaré Aguerre, que se encontra no país, quando trataram sobre a importância de fortalecer a união dos países da região e os programas sanitários conjuntos para um comércio mais fluido.

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