Segundo dirigentes da entidade, é extremamente preocupante e intrigante a manutenção de embargo entre Rio Grande do Sul e Chile, uma vez que, toda informação do desfecho e solução do caso registrado em 2006, está sob conhecimento de todos, inciativa privada e órgãos oficiais
Chile mantém embargo ao setor avícola do RS, desde 2006

A Associação Gaúcha de Avicultura (ASGAV) convocou para segunda-feira (09/10) uma reunião para discussão da manutenção do embargo entre Rio Grande do Sul e Chile, a discussão também terá como foco a situação atual de ambos. O embargo se mantém desde casos de doenças avícolas e problemas sanitários no Rio Grande do Sul em 2006, informações sobre a reunião serão colocadas à disposição de iniciativas privadas e órgãos oficiais.
A ASGAV conta com a presença de representantes da Secretaria da Agricultura e Abastecimento, Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a Superintendência Federal da Agricultura do Mapa, o Comitê Estadual de Sanidade Avícola e a Fundesa.
O embargo se mantém desde 2006, quando o Rio Grande do Sul registrou um caso de New Castle, em aves de fundo de quintal, no município de Vale Real na região de São Sebastião do Caí. Na época, a enfermidade foi detectada e todos os procedimentos de erradicação e informes aos países importadores foram encaminhados, inclusive, atendendo as diretrizes da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para retirada do Rio Grande do Sul, na lista de estados ou países com registro de enfermidades aviárias de alta relevância.
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No entanto, ao longo dos anos o Chile permaneceu com embargo ativo ao Rio Grande do Sul, situação que impede o comércio e vinda de missões técnicas ao Estado.
Em outras ocasiões representantes do setor já haviam solicitado apoio para solução deste impasse, e este ano encaminharam novamente pedido de auxílio à ABPA e informações ao Ministério da Agricultura, os quais também buscaram solucionar este embargo que se arrasta há anos e até o momento nenhuma solução foi apresentada.





















