Vírus de alta patogenicidade continua pressionando a indústria africana
África do Sul luta para combater influenza aviária

De acordo com relatório oficial da Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), desde que o primeiro caso de H5N8 foi confirmado na África do Sul, há três meses, já foram notificados 67 surtos da doença entre galinhas, avestruz e aves selvagens no país. Nesta semana, a reportagem da WattAgNet noticiou mais 15 surtos da doença no em produções de frango de corte, entre a metade de agosto e o dia 22 de setembro, afetando aproximadamente 2 milhões de animais.
Segundo a publicação, quatro produções de avestruz notificaram a doença, também houve a notificação de 4 mil patos infectados, além de casos isolados em duas pequenas produções familiares. Os surtos se concentraram em duas províncias, Eastern Cape e na Província do Cabo Ocidental.
Países africanos em alerta
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Por outro lado, o país africano Níger declarou que o país está livre de ambos os vírus H5N1 e H5N8. Com vigilância intensiva, países como Camarões mostram bons resultados na prevenção das doenças. Camarões continua sem detectar os vírus em frangos de corte ou aves selvagens, já a Nigéria não detecta surtos desde o início de agosto.
Já o Zimbabwe relatou surtos do H5N8 em uma grande produção de frango, em Lanark. Embora a fazenda permaneça em quarentena, não há evidências de que o vírus tenha se espalhado para outros locais. Com informações do site WattAgNet.





















