Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,58 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,35 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,84 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,18 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,44 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,33 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,28 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 133,11 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 144,04 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 124,06 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,31 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 155,66 / cx
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Mercado Externo

Exportações de frango aos árabes avançam 19,7% até outubro

Resultado representa aumento de 22,31% em relação ao mesmo período de 2016

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Exportações de frango aos árabes avançam 19,7% até outubro

As exportações brasileiras aos países árabes somaram US$ 11,4 bilhões entre janeiro e outubro, segundo dados do MDIC organizados pela Câmara Árabe-Brasileira. O resultado representa aumento de 22,31% em relação ao mesmo período de 2016. Em volume, os embarques somaram 29,4 milhões de toneladas, alta de 18,92% na mesma comparação. Açúcar (34,4% do total de receitas), carne de frango (19,7%), minérios (8,4%), carne bovina (7,2%) e milho (5,5%) lideraram a pauta de exportações no período.

Apesar de outubro de 2017 ter sido o melhor outubro dos últimos cinco anos, já foi possível sentir a esperada desaceleração dos embarques em relação a setembro, dado que os importadores nos últimos meses do ano diminuem as compras para desovar estoques. Dessa forma, a entidade espera fechar 2017 com incremento de pelo menos 15% nas vendas externas. O prognóstico é sustentado pelo avanço do preço médio embarcado, que entre janeiro e outubro de 2017 foi de US$ 32,6 mil/ton, contra US$ 31,7 mil/ton no mesmo período de 2016. Mas há outros fatores a considerar na análise.

A entidade pontua, por exemplo, o aumento das receitas dos principais produtos da pauta em maior proporção que o volume embarcado. De janeiro a outubro, as exportações de minério de ferro cresceram 71,1% em receita e 21,2% em volume na comparação com o mesmo período de 2016. As de açúcar, 41,8% e 22%, respectivamente. Frango, 6,1% e -0,6%. Esses aumentos são creditados tanto à expansão da demanda em compradores tradicionais e emergentes, caso do Egito (que comprou 31,7% mais do Brasil no período), da Argélia (+18,6%) e do Iraque (+71,8%), como também à recuperação das commodities.

Até as vendas de carne bovina pareceram não sentir os efeitos da Operação Carne Fraca. Nos últimos 10 meses, o recuo em receita foi mínimo, de 2,9% em relação a janeiro-outubro de 2016, total de US$ 828,1 milhões. Para o presidente da entidade, Rubens Hannun, o trabalho de esclarecimento feito junto às autoridades sanitárias dos países árabes logo que a operação estourou foi fundamental para a manutenção dos embarques. “Esse trabalho resultou em missões sanitárias a frigoríficos brasileiros e até em contratos de longo prazo, como o firmado com o exército egípcio para todo o ano de 2017”, diz.

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