A investigação se relaciona com as análises de presença do grupo de Salmonella spp, que são destruídas durante o cozimento dos alimentos
Casos de fraudes por salmonelas não afetam consumidor

Após a deflagração da terceira fase da Operação Carne Fraca, “Operação Trapaça”, que tem como principal foco fraudes em resultados laboratoriais associados ao grupo de bactérias do grupo salmonela spp a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA) se manifestou alertando que os casos relacionados não oferecem risco ao consumidor.
“Ao consumidor, é importante esclarecer: não há riscos! A investigação se relaciona com as análises de presença do grupo de Salmonella spp, que são destruídas durante o cozimento dos alimentos”, alertou.
A associação também frisou que como nas etapas anteriores, a ABPA, “em nome de toda a cadeia produtiva”, defende o correto levantamento de problemas e a exemplar punição aos envolvidos. “É importante, entretanto, que os erros do passado não se tornem recorrentes: são situações ainda em investigação e pontuais, não uma situação generalizada”, escreveu a entidade que representa o setor.
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Nem toda salmonela faz mal à saúde
Segundo o Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais Federais Agropecuários (Anffa Sindical), nem toda salmonela faz mal à saúde. Encontrada com maior frequência em carne de aves, a Salmonella spp é destruída no preparo regular dos alimentos durante o processo de cocção ao ser submetida a altas temperaturas.
Conforme o ministério, dentre os tipos de importância em saúde pública, a Salmonella Enteritidis e a Salmonella Typhimurium são monitoradas e controladas no sistema de produção avícola de frangos e perus de corte. Nesse sentido, atualmente é realizada colheita de amostras para análises laboratoriais de pesquisa de salmonella em 100% dos lotes de frangos e perus de corte alojados que são enviados para abatedouros com Serviço de Inspeção Federal (SIF), informou O Globo.





















