Mesmo com o receio do aumento do aumento dos custos da nutrição animal, semana não teve grandes alterações de preço nos principais estados pesquisados
Análise de Mercado: Preço do quilo do suíno se mantém estagnado em vários estados; altas só em SC e PR

A semana de 17 a 23 de julho apresentou preços estáveis e fechou com os mesmos valores da análise anterior em vários dos estados pesquisados. Apenas Santa Catarina e Paraná apresentaram alta, e o Mato Grosso registrou uma pequena queda.
Analistas afirmam que existe o temor diante dos custos da ração, mas que ainda não impactaram no preço do suíno vivo. Entretanto, eles destacam que novas altas não estão descartadas para a última semana de julho.
No mercado independente, a alta desvalorização do suíno vivo em julho reduziu consideravelmente o poder de compra de insumos por parte dos produtores que haviam tido um mês de junho de recuperação.
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Em São Paulo, após duas semanas de alta, nesta última, o preço do quilo do suíno vivo se manteve em R$ 7,20. Em Minas Gerais e Goiás, também nada de alteração e os preços ficaram em R$ 7,00.
O Distrito Federal foi outro estado pesquisado a manter o preço sem alteração fechando a semana de 17 a 23 de julho em R$ 7,05.
Santa Catarina registrou um aumento de 0,72%, passando para R$ 7,00. Foi a segunda semana consecutiva de alta no preço do suíno vivo.
Outro estado a apresentar elevação de preço no suíno vivo, foi o Paraná, que teve forte alta de 14,91%, fazendo com que o preço fosse para R$ 7,40 (o maior dentre os estados pesquisados). Vale destacar que na penúltima semana, o Paraná também já tinha registrado uma alta elevada de 16,25%.
No Mato Grosso, houve uma queda pequena no preço do suíno vivo -0,56%, fazendo com que o preço recuasse para R$ 5,34. Foi a segunda semana consecutiva de queda no estado.
Um dado curioso é que em 11/06, todos os estados citados na nota apresentavam preços maiores que os de 23/07, com exceção do Paraná, que na época tinha o preço do quilo do suíno vivo em R$ 6,00 e agora está em R$ 7,40.

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