Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 68,67 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 154,91 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 161,56 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,50 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,14 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,37 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,25 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,27 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,51 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 135,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 144,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 150,55 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 124,34 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,30 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,31 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.544,33 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.450,60 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,20 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 143,70 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 157,15 / cx
Destaque Todas Páginas
ECONOMIA

Agro apresenta alta de 6,7% na taxa de inadimplência no terceiro trimestre

Durante o último trimestre, a taxa de inadimplência agro atingiu 6,7%, mas a análise regional revela um quadro diversificado

Compartilhar essa notícia
Agro apresenta alta de 6,7% na taxa de inadimplência no terceiro trimestre

No mais recente Boletim Agro Serasa Experian, referente ao terceiro trimestre de 2023, os holofotes se voltam para a inadimplência no setor agropecuário brasileiro. A análise minuciosa revela nuances significativas, destacando desafios e variações regionais que impactam diretamente os produtores rurais.

A definição do termo “mau pagador” neste cenário considera indicativos de descumprimento em pelo menos uma fonte de informação, somando dívidas a partir de R$ 1.000,00. A evolução temporal da taxa de inadimplência, segmentada por dias de atraso no pagamento, ilustra a complexidade desse desafio enfrentado pelos protagonistas do agro.

Agro apresenta alta de 6,7% na taxa de inadimplência no terceiro trimestre

Inadimplência por região

Durante o último trimestre, a taxa de inadimplência agro atingiu 6,7%, mas a análise regional revela um quadro diversificado. A região Sul desponta com a menor taxa, 4,7%, enquanto a região Norte Agro apresenta o pior desempenho, alcançando 10,6%. A região Sudeste também se destaca positivamente, registrando 5,9%, abaixo da média nacional, enquanto as demais regiões mantêm valores próximos à média.

A análise por estado revela que o Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná ostentam as menores taxas de inadimplência, consolidando a região Sul como a mais adimplente do Brasil. Por outro lado, o Amapá registra a maior taxa, impulsionada pela inadimplência expressiva dos médios (19,6%) e grandes proprietários (20,6%).

Agro apresenta alta de 6,7% na taxa de inadimplência no terceiro trimestre

Perfil dos inadimplentes

A faixa etária dos produtores rurais também influencia os números, revelando uma tendência de decréscimo da inadimplência com o avançar da idade. A população agro mais jovem, até 29 anos, exibe uma taxa 1,3 vez maior que a média, enquanto aqueles com mais de 80 anos registram apenas 2,9%.

Agro apresenta alta de 6,7% na taxa de inadimplência no terceiro trimestre

Além disso, a inadimplência varia conforme o porte do proprietário rural. Proprietários sem registro de cadastro rural apresentam a maior taxa, atingindo 10%, enquanto os de pequeno porte mostram uma taxa menor, registrando 5,9% no último trimestre. Essa tendência se repete na maioria das regiões, exceto nas regiões Sudeste e Sul, onde os médios proprietários exibem taxas um pouco menores que os pequenos.

Os dados históricos apontam para uma estabilidade na taxa de inadimplência até o último trimestre de 2021. A partir do primeiro trimestre de 2022, observou-se um aumento expressivo, atingindo o pico de 7,7% no trimestre anterior. Este crescimento foi liderado pelos pequenos e médios proprietários, com destaque para a população agro sem registro de cadastro rural.

Apesar da tendência de alta, há uma sazonalidade na inadimplência ao longo do ano, sendo o terceiro trimestre aquele que costuma registrar o menor valor anual ou uma diminuição em relação ao segundo trimestre. Este padrão foi confirmado no último trimestre, com uma redução significativa, principalmente entre a população agro sem registro de cadastro rural.

Assuntos Relacionados boletimSI
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329