Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,35 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,31 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,75 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,46 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,55 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,67 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,78 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,72 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,73 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,38 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 144,11 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 152,36 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 163,60 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 132,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,83 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,39 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.562,68 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.468,08 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,63 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 136,46 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Exportação

CNA destaca relação Brasil-China em Pequim

A diretora de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Sueme Mori, participou na quarta (5/6), em Pequim, de um seminário empresarial e da reunião das…
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CNA destaca relação Brasil-China em Pequim

A diretora de Relações Internacionais da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Sueme Mori, participou na quarta (5/6), em Pequim, de um seminário empresarial e da reunião das seções brasileira e chinesa do Conselho Empresarial Brasil-China (CEBC) para discutir as relações diplomáticas e comerciais entre os dois países.

No Seminário Econômico Brasil-China, organizado pela Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (ApexBrasil), Sueme Mori disse que a expansão e a história de sucesso do agro brasileiro no mercado internacional estão ligadas à China.

Ela afirmou que em 2010, o estoque de investimentos estrangeiros era de US$ 7 bilhões e só o agro exportava US$ 11 bilhões para o mercado asiático. Já em 2023, esse número saltou para US$ 60 bilhões. Hoje a China é o principal destino das vendas de produtos agropecuários, representando 36% do total exportado.

Em seu discurso, Sueme destacou que a relação do ponto de vista comercial entre os dois países é muito sólida, mas pode ser ampliada, principalmente em relação à cooperação e investimentos.

“A importância que a China confere à segurança alimentar reforça ainda mais a necessidade do estreitamento das relações entre os países, já que o Brasil é o principal fornecedor de alimentos para esse mercado”.

A diretora também citou a relevância do setor de carnes na pauta exportadora para a China e reforçou o potencial da cadeia de frutas, que apesar de ter alta produção doméstica, ainda possui uma baixa presença no mercado externo, incluindo a China. “Somos o terceiro maior produtor de frutas, mas exportamos menos de 3% do que produzimos”.

Ainda na quarta (5/6), Sueme participou da reunião das Seções Brasileira e Chinesa do CEBC, ocasião em que também foi celebrado o aniversário de 20 anos do Conselho e da Comissão Sino-Brasileira de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban).

Na ocasião, a porta-voz da CNA discursou em nome das empresas do agro integrantes do CEBC e afirmou que a história de sucesso que levou o Brasil a se tornar a potência agroexportadora de hoje foi baseada em alguns pilares, como o perfil empreendedor e desbravador do produtor rural e o alto investimento em pesquisa e ciência.

“Um exemplo de ciência aplicada está na biotecnologia que vem desempenhado papel fundamental nessa jornada por uma agricultura cada vez mais produtiva e de baixo carbono. A pesquisa avança, mas é preciso retomar e ampliar o espaço de cooperação Brasil-China nessa área. O diálogo bilateral precisa ser melhorado em benefício não só dos dois países, mas da segurança alimentar mundial”, disse.

Em sua fala, Sueme explicou que a fome é um desafio de todos e que a tendência de aumento populacional deve piorar esse cenário, caso o mundo não seja capaz de atender a demanda crescente por alimentos.

“O Brasil como terceiro maior exportador de alimentos do mundo tem papel fundamental para o tratamento desse problema. Nossa capacidade de produção é muito maior do que a gente vê hoje. O setor de proteína animal, por exemplo, que tem a China como principal destino ainda tem potencial para ampliar de forma sustentável tanto a produção, como a exportação, não só para China, como para outros países’.

Durante seu discurso, a diretora pontuou a diversificação da pauta exportadora brasileira como um desafio importante para o país. “A pauta ainda não reflete a diversidade da nossa produção agropecuária. O engajamento das empresas brasileiras do CEBC demonstra a importância que cada um dos setores tem para relação com a China e seu desejo de aprofundamento na relação”.

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