Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,48 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 153,49 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 160,43 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,47 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,68 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,82 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,21 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,09 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,18 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 132,09 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 133,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 143,05 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 147,25 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 137,51 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.529,62 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.447,18 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,01 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 143,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,69 / cx
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Seguro rural

CNA discute gestão de riscos e seguro rural para enfrentar crise do Agronegócio

Saiba como a CNA discute soluções em gestão de riscos e seguro rural para enfrentar a crise no setor agropecuário

CNA inicia consultas nacionais para definir propostas do Plano Agrícola e Pecuário 2026/2027

A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) participou do Seminário Técnico Nacional sobre “Gestão de riscos agropecuários e seguros paramétricos” em São Paulo. O evento, organizado em parceria com outras entidades, teve como objetivo debater alternativas para garantir mais segurança e sustentabilidade à produção rural.

Guilherme Rios, assessor técnico da CNA, destacou a importância de alinhar as políticas públicas de crédito e seguro rural à realidade dos produtores. Ele alertou para o cenário de endividamento do setor, afirmando que as dificuldades atuais são consequência de falhas históricas no apoio ao produtor, somadas aos impactos do clima e às distorções de mercado.

Segundo Rios, é preciso trabalhar para aprimorar a eficiência do Proagro, enquanto se potencializa o Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) com um público específico. O orçamento de 2025 destinou R$ 1,06 bilhão ao PSR, mas 42% do valor está contingenciado. A cobertura do programa, que alcançava 2,19 milhões de hectares em 16 de setembro, tem a meta de chegar a 4 milhões até o fim do próximo ciclo. Para 2026, a previsão é de uma distribuição desigual de recursos, com R$ 1,09 bilhão para o PSR e R$ 6,61 bilhões para o Proagro.

Guilherme Rios apresentou propostas para ampliar a adesão ao seguro rural, como o fortalecimento do Zoneamento Agrícola de Risco Climático – Níveis de Manejo (ZarcNM), a melhoria da eficiência na aplicação dos recursos do Proagro e do PSR, o incentivo ao uso de instrumentos de hedge e a criação de mecanismos de bonificação para produtores que contratam o seguro. Ele também citou o Projeto de Lei nº 2951/2024, da senadora Tereza Cristina, como uma oportunidade de avanço.

“Temos um longo trabalho a ser feito, mas acredito que essas iniciativas vão nos guiar para o que precisa ser feito”, concluiu Rios, reforçando a importância de um esforço contínuo para aprimorar as políticas de gestão de riscos no agronegócio brasileiro.

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