Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,85 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 148,77 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 154,61 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 10,05 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,77 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,95 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,91 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,83 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,81 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 135,85 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 137,45 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 148,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 152,18 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 127,37 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 139,67 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,49 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,51 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.571,18 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.482,72 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 151,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 130,71 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 138,94 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 148,92 / cx
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Exportação

Setor portuário brasileiro fecha 2025 com crescimento consistente e investimentos bilionários

Em 2025, o setor portuário brasileiro mostrou um crescimento consistente, refletindo investimentos bilionários em terminais e exportações

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Setor portuário brasileiro fecha 2025 com crescimento consistente e investimentos bilionários

O setor portuário brasileiro encerra 2025 com desempenho robusto, consolidando uma trajetória de crescimento sustentado e reforçando seu papel estratégico na logística nacional e no comércio exterior. Entre janeiro e outubro, os portos do país movimentaram 1,16 bilhão de toneladas, volume 4,03% superior ao registrado no mesmo período de 2024, resultado impulsionado principalmente pelas exportações e pela ampliação da capacidade operacional dos terminais.

O avanço foi observado em todas as regiões do país. No Norte, a movimentação alcançou 12,6 milhões de toneladas apenas em outubro, crescimento superior a 31% na comparação anual, refletindo a relevância da navegação interior e do transporte de cargas minerais, energéticas e agrícolas. O Nordeste registrou alta acima de 4% no mesmo mês, com 7,7 milhões de toneladas, enquanto o Sul somou 108,4 milhões de toneladas no acumulado do ano, mantendo-se como um dos principais corredores logísticos do Brasil, especialmente para produtos agrícolas e cargas conteinerizadas.

As exportações seguiram como principal motor do crescimento. O minério de ferro liderou a movimentação, com 348 milhões de toneladas e avanço de 5,30%. O petróleo bruto e derivados totalizaram 183 milhões de toneladas, crescimento de 7,27%, enquanto a soja alcançou 131 milhões de toneladas, com expressiva alta de 11,25%. A movimentação de contêineres também apresentou desempenho positivo, chegando a 12,6 milhões de TEUs, crescimento de 9,94%, o que evidencia a diversificação da pauta logística brasileira. China, Malásia, Japão, Singapura e Espanha permaneceram entre os principais destinos das exportações.

O ano de 2025 também foi marcado por um novo ciclo de investimentos. O Ministério de Portos e Aeroportos realizou oito leilões portuários, que somam R$ 10,3 bilhões em investimentos nas regiões Sul, Sudeste e Nordeste, com foco na ampliação da capacidade, modernização da infraestrutura e ganhos de eficiência. Projetos como o Porto de Paranaguá, o Porto do Rio de Janeiro, o Porto de Maceió, o Canal de Acesso de Paranaguá e o Túnel Santos-Guarujá figuram entre os destaques.

Além disso, o setor privado ampliou sua participação, com oito novas autorizações para Terminais de Uso Privado, totalizando R$ 4,59 bilhões, e 31 alterações contratuais que somam R$ 1,218 bilhão. Somados, os atos assinados em 2025 representam R$ 5,81 bilhões em investimentos privados, reforçados por aportes relevantes na gestão contratual, voltados à modernização e expansão dos terminais.

O balanço do ano confirma os portos como um dos pilares do desenvolvimento econômico brasileiro. Com crescimento contínuo, investimentos estruturantes e expansão regional equilibrada, o setor portuário segue fortalecendo a competitividade do país, a integração logística e a inserção do Brasil nas principais cadeias globais de comércio.

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