Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 67,24 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 147,67 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 153,90 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 9,25 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,31 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,46 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,66 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,58 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,62 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 141,07 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,98 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 145,79 / cx
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,38 / kg
Frango - Indicador SP ↑ R$ 8,40 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.538,46 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.454,59 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,63 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Testes para transgênicos

Gehaka vende mais de 1,3 milhão de testes de identificação de transgênicos e se torna referência no setor para a garantia da qualidade da safra pelo produtor.

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Da Redação 03/03/2004 – 11h23 – Os testes para identificação de produtos geneticamente modificados chegaram ao mercado para atender a demanda de detecção de alimentos transgênicos e assim garantir a segurança alimentar.  Uma prova de sua eficácia junto ao produtor para a garantia da qualidade de sua safra é a venda de mais de 1,3 milhão de testes pela Gehaka, empresa fornecedora de equipamentos no segmento da agricultura para o controle e a avaliação da qualidade dos grãos e representante exclusiva no Brasil da SDI, única fabricante de anticorpos para os kits imunocromatográficos. 

“Devido ao cenário do Paraná, esse Estado foi o que mais consumiu testes de identificação no ano passado, sendo responsável por cerca de 24% das vendas da Gehaka. Em segundo lugar ficou o Rio Grande do Sul com 19%, Goiás com 15%, Mato Grosso com 11%, São Paulo e Bahia responsáveis por 9%, Mato Grosso do Sul com 7%, Minas Gerais com 4% e Santa Catarina com 3%”, aponta Fabiola Franco, gerente da divisão de microbiologia da Gehaka. 

Tipos de kits

Existem no mercado dois tipos de kits de identificação: testes de tiras de fluxo lateral para verificação rápida no campo, chamados de Trait, e o kit Elisa com micro placas, chamado de GMO, para resultados quantitativos. “O próprio produtor pode pegar uma amostra de sua produção no campo e aplicar o teste em tiras. Em menos de 5 minutos terá a resposta. Quando há necessidade de quantificar os resultados, o Elisa é o teste recomendado, proporcionando resultados em poucas horas, ao contrário de outros métodos que demoram dias”, orienta a gerente.

Para agregar mais valor aos seus produtos, a Gehaka contratou profissionais altamente capacitados para realizar serviços de pós-vendas, assistência técnica e, principalmente, oferecer treinamento. “Com isso, estamos prontos para trazer ao mercado kits para detecção de Mycotoxinas como a Aflatoxina, Vomitoxina e Fumonisina”, conclui Fabiola.

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