Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↑ R$ 64,87 / kg
Soja - Indicador PR ↑ R$ 151,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↑ R$ 157,41 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 10,23 / kg
Suíno - Estadual SP ↓ R$ 6,90 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,96 / kg
Suíno - Estadual PR ↓ R$ 5,94 / kg
Suíno - Estadual SC ↓ R$ 6,00 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,92 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 129,18 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 129,26 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 142,29 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 139,61 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 121,02 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 132,81 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,24 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,26 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↑ R$ 1.569,61 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.499,49 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 153,87 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 128,19 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↓ R$ 136,71 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 150,17 / cx
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Testes para transgênicos

Gehaka vende mais de 1,3 milhão de testes de identificação de transgênicos e se torna referência no setor para a garantia da qualidade da safra pelo produtor.

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Da Redação 03/03/2004 – 11h23 – Os testes para identificação de produtos geneticamente modificados chegaram ao mercado para atender a demanda de detecção de alimentos transgênicos e assim garantir a segurança alimentar.  Uma prova de sua eficácia junto ao produtor para a garantia da qualidade de sua safra é a venda de mais de 1,3 milhão de testes pela Gehaka, empresa fornecedora de equipamentos no segmento da agricultura para o controle e a avaliação da qualidade dos grãos e representante exclusiva no Brasil da SDI, única fabricante de anticorpos para os kits imunocromatográficos. 

“Devido ao cenário do Paraná, esse Estado foi o que mais consumiu testes de identificação no ano passado, sendo responsável por cerca de 24% das vendas da Gehaka. Em segundo lugar ficou o Rio Grande do Sul com 19%, Goiás com 15%, Mato Grosso com 11%, São Paulo e Bahia responsáveis por 9%, Mato Grosso do Sul com 7%, Minas Gerais com 4% e Santa Catarina com 3%”, aponta Fabiola Franco, gerente da divisão de microbiologia da Gehaka. 

Tipos de kits

Existem no mercado dois tipos de kits de identificação: testes de tiras de fluxo lateral para verificação rápida no campo, chamados de Trait, e o kit Elisa com micro placas, chamado de GMO, para resultados quantitativos. “O próprio produtor pode pegar uma amostra de sua produção no campo e aplicar o teste em tiras. Em menos de 5 minutos terá a resposta. Quando há necessidade de quantificar os resultados, o Elisa é o teste recomendado, proporcionando resultados em poucas horas, ao contrário de outros métodos que demoram dias”, orienta a gerente.

Para agregar mais valor aos seus produtos, a Gehaka contratou profissionais altamente capacitados para realizar serviços de pós-vendas, assistência técnica e, principalmente, oferecer treinamento. “Com isso, estamos prontos para trazer ao mercado kits para detecção de Mycotoxinas como a Aflatoxina, Vomitoxina e Fumonisina”, conclui Fabiola.

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