A Empresa é a primeira a conseguir a marca, e, em 2005, comercializou mais de 110 milhões de doses de vacinas.
Bayer HealthCare atinge recorde com 200 milhões de doses de vacinas
Redação SI (19/09/06)- A Bayer HealthCare, Divisão de Cuidados com a Saúde do Grupo Bayer, acaba de atingir uma marca inédita do setor de agronegócios. A Emresa é a primeira do segmento a receber do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) a aprovação seqüencial de 200 milhões de doses da vacinas para
febre aftosa, sem qualquer restrição ou re-teste. O ciclo de aprovação das 100 partidas, cada uma com duas milhões de doses, iniciou em outubro e 2004 e atendeu todas as exigências estabelecidas pelos órgãos competentes, comprovando a eficiência e a qualidade das vacinas.
Estamos comemorando um marco importante que reforça o nosso
comprometimento com o Programa Nacional de Erradicação da Febre Aftosa (PNEFA) e garante a disponibilidade do produto ao mercado brasileiro, disse o presidente da Bayer HealthCare, Sérgio Oliveira. O PNEFA foi implementado em 1992 pelo Ministério da Agricultura e pretende eliminar a doença até 2010.
A Bayer é a 2 maior empresa de produção de vacinas para o combate da doença no Brasil. A unidade fabril, localizada em Porto Alegre, foi a primeira do País a receber o certificado de biossegurança máxima, garantindo assim que todos os processos atuem de forma segura e sem riscos para o meio ambiente. Nos últimos cinco anos foram investidos cerca de US$ 15 milhões para
modernização e ampliação da fábrica. A capacidade atual de produção é de 120 milhões de doses por ano e para 2007 esse volume deve chegar a 150 milhões. A área de Saúde Animal representa 23% dos negócios da companhia e encerrou 2005 com um faturamento de R$ 140 milhões, 20% a mais que no ano anterior. As vacinas da febre aftosa abrangem 45% das vendas totais da área de Saúde Animal
e somente no ano passado foram comercializadas mais de 110 milhões de doses.
Leia também no Agrimídia:
- •Comércio agroalimentar: entidades pressionam Reino Unido por equivalência em bem-estar animal nas importações
- •Boehringer Ingelheim reúne especialistas da suinocultura para debater sobre salmonelose
- •Crise global, diesel em alta e risco de efeito cascata pressionam suinocultura, alerta governo
- •Alta do milho derruba poder de compra do suinocultor pelo 6º mês seguido
As vacinas para febre aftosa significam o principal negócio da área de Saúde Animal. Hoje somos responsáveis pelo abastecimento de 30% do mercado brasileiro e as vacinas produzidas têm um nível de qualidade superior ao estabelecido pelos órgãos competentes antecipando às exigências futuras,afirma o gerente-geral da área de Saúde Animal da Bayer HealthCare, Eckhard Wilhelm. A vacina produzida pela Bayer é considerada referência para a realização de testes no Ministério da Agricultura e tem apresentado elevados
índices de proteção (EPP Expectativa Percentual de Proteção) exigidos pelo órgão.
Todo o processo produtivo da vacina obedece às mais rigorosas
normas de segurança e os lotes produzidos passam por um duplo teste de controle de qualidade. O primeiro é realizado na Bayer e o segundo é feito no Laboratório Nacional Agropecuário (LANAGRO). As amostras coletadas passam por um processo de avaliação que envolve inocuidade, esterilidade, estabilidade e potência.
Após a aprovação, as vacinas seguem para a Central de Selagem onde recebem um selo holográfico de garantia e, em seguida, são disponibilizadas para comercialização.
O Brasil tem obtido muito sucesso no agronegócio e manter a boa
condição sanitária do rebanho é fundamental para garantir o avanço do País no setor. Hoje a vacinação é a maior ferramenta para assegurar a saúde do gado contra a doença, reforça o gerente técnico da Bayer HealthCare e presidente da Coordenação para Assuntos de Aftosa do Sindan (Sindicato Nacional da Indústria
de Produtos para Saúde Animal), Mario Pulga.
Considerado a principal locomotiva da economia brasileira, o
agronegócio totalizou, em 2005, US$ 43,6 bilhões e o setor de carnes registrou vendas de 2,3 milhões de toneladas. A febre aftosa é um dos maiores desafios do país, uma vez que barreiras comerciais restringem as exportações de carnes bovina e suína ao detectar focos da doença. O rebanho brasileiro possui aproximadamente 200 milhões de cabeças de gado que devem ser vacinadas duas vezes ao ano,
conforme o cronograma estabelecido pelo Ministério da Agricultura.





















