Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 69,65 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 154,38 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 161,00 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,24 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 5,56 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,01 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 4,99 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,01 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 131,23 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↓ R$ 132,55 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↓ R$ 140,61 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 146,96 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 123,84 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↓ R$ 137,16 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,31 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,28 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.538,40 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↑ R$ 1.437,03 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 154,27 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↓ R$ 125,60 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 142,66 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↑ R$ 157,15 / cx
Destaque Todas Páginas
Exportação

Carne suína do Brasil bate recorde histórico em março com alta superior a 30%

O Brasil alcançou um marco histórico em exportações de carne suína com aumento de 30%. Saiba como isso impacta o setor

Compartilhar essa notícia
Carne suína do Brasil bate recorde histórico em março com alta superior a 30%

As exportações brasileiras de carne suína atingiram um novo marco histórico em março de 2026, consolidando o bom momento da suinocultura no cenário global. De acordo com dados da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), o país embarcou 153,8 mil toneladas no período, considerando produtos in natura e processados, volume 32,2% superior às 116,3 mil toneladas registradas no mesmo mês de 2025.

O desempenho também se refletiu na receita cambial, que alcançou US$ 361,6 milhões em março, estabelecendo recorde para o período e representando crescimento de 30,1% frente aos US$ 278 milhões obtidos no ano anterior.

Resultado do trimestre reforça tendência de crescimento nas exportações

No acumulado do primeiro trimestre de 2026, o setor suinícola brasileiro exportou 392,2 mil toneladas, avanço de 16,5% em relação às 336,8 mil toneladas embarcadas no mesmo intervalo de 2025. Em termos de faturamento, a receita chegou a US$ 916 milhões, alta de 16,1% na comparação com os US$ 788,9 milhões registrados no ano passado.

O resultado reflete a manutenção de uma demanda aquecida no mercado internacional, especialmente em países da Ásia e da América do Sul, que seguem ampliando suas compras de carne suína brasileira.

Ásia lidera demanda e impulsiona crescimento das exportações

As Filipinas mantiveram a posição de principal destino das exportações brasileiras de carne suína, com 48,9 mil toneladas adquiridas em março, volume 80,7% superior ao registrado no mesmo período do ano anterior. O Japão também apresentou forte expansão, importando 18,2 mil toneladas, crescimento de 85,8%.

A China, por sua vez, registrou retração de 9,5%, com 12,7 mil toneladas embarcadas, enquanto o Chile ampliou suas compras em 26,1%, totalizando 10,6 mil toneladas. Já Hong Kong apresentou queda de 29,4%, com 8,8 mil toneladas importadas.

Segundo análise do presidente da ABPA, Ricardo Santin, o cenário de forte demanda internacional deve se manter ao longo dos próximos meses, sustentando a projeção de crescimento das exportações brasileiras de carne suína em 2026.

Região Sul lidera produção e amplia participação nos embarques

No recorte por estados, Santa Catarina segue como principal exportador de carne suína do Brasil, com 71 mil toneladas embarcadas em março, crescimento de 21,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

O Rio Grande do Sul apresentou desempenho expressivo, com 43,3 mil toneladas exportadas e avanço de 71,4%. O Paraná aparece na sequência, com 21,4 mil toneladas (+10,5%). Minas Gerais registrou aumento de 69%, com 4,8 mil toneladas, enquanto Mato Grosso embarcou 4,2 mil toneladas, crescimento de 37,8%.

O avanço consistente dos principais estados produtores reforça a competitividade da suinocultura brasileira, sustentada por ganhos de eficiência produtiva, abertura de mercados e consolidação da presença do Brasil como fornecedor estratégico de proteína animal no comércio internacional.

Referência: ABPA

Assuntos Relacionados
boletimSIexportação
Mais lidas

Relacionados

SI – edição 331
AI – 1345
SI- edição 330
AI – Edição 1344
SI – Edição 329