Fonte CEPEA
Milho - Indicador Campinas (SP) ↓ R$ 67,26 / kg
Soja - Indicador PR ↓ R$ 149,89 / kg
Soja - Indicador Porto de Paranaguá (PR) ↓ R$ 158,09 / kg
Suíno Carcaça - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 8,62 / kg
Suíno - Estadual SP ↑ R$ 6,11 / kg
Suíno - Estadual MG ↑ R$ 6,29 / kg
Suíno - Estadual PR ↑ R$ 5,53 / kg
Suíno - Estadual SC ↑ R$ 5,49 / kg
Suíno - Estadual RS ↑ R$ 5,52 / kg
Ovo Branco - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 140,65 / cx
Ovo Branco - Regional Branco ↑ R$ 143,86 / cx
Ovo Vermelho - Regional Grande São Paulo (SP) ↑ R$ 150,64 / cx
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↑ R$ 162,44 / cx
Ovo Branco - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 131,75 / cx
Ovo Vermelho - Regional Bastos (SP) ↑ R$ 143,95 / cx
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,32 / kg
Frango - Indicador SP ↓ R$ 8,33 / kg
Trigo Atacado - Regional PR ↓ R$ 1.551,32 / t
Trigo Atacado - Regional RS ↓ R$ 1.451,52 / t
Ovo Vermelho - Regional Vermelho ↓ R$ 154,26 / cx
Ovo Branco - Regional Santa Maria do Jetibá (ES) ↑ R$ 135,30 / cx
Ovo Branco - Regional Recife (PE) ↑ R$ 145,73 / cx
Ovo Vermelho - Regional Recife (PE) ↓ R$ 158,66 / cx
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Novos dias para a suinocultura nacional

Com um ritmo de produção mais cadenciado e exportação com volumes semelhantes aos de 2005, suinocultura brasileira começa a dar sinais de recuperação.

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Redação SI (18/10/2007) – Depois de um primeiro semestre de ajustes, a suinocultura brasileira começa a dar sinais de recuperação. Com preços mais remuneradores e firmes no mercado interno, os suinocultores finalmente começam a ver a possibilidade de sair do vermelho.

A desaceleração da produção (e o conseqüente queda da oferta de animais), o preço estável dos principais insumos de alimentação (milho e soja), e o bom fluxo das exportações brasileiras de carne suína neste ano, são os principais fatores que têm dado sustentação à recuperação do setor.

“Com um ritmo de produção mais cadenciado e exportações com volumes semelhantes aos verificados em 2005, o mercado ficou mais equilibrado e os suinocultores já começam a sentir os reflexos desse cenário favorável”, avalia Fernando Pereira, diretor Superintendente da Agroceres PIC.

Segundo Pereira, outros dois fatores devem assegurar melhores dias para a suinocultura nacional neste segundo semestre: a chegada das festas de final de ano e o recuo na oferta de carne bovina no mercado interno. “Desde o início deste ano a oferta de bovinos para o abate vem se reduzindo, ao mesmo tempo em que as exportações do setor seguem muito bem”, argumenta o diretor Superintendente da Agroceres PIC. “Conseqüentemente a oferta de bovinos, que é uma carne grande concorrente da carne suína no mercado interno, vai decrescendo e encarencendo abrindo espaço para a carne suína”.

Segundo dados da Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs), o setor suinícola nacional deve encerrar o ano com uma produção 3,02 milhões de toneladas.

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